Na Apple TV+ comecei a ver Home, como o nome indica, sobre casas (“visionárias”). O primeiro episódio foi sobre uma casa dentro de uma estufa, na Suécia. Gostei imenso.

O segundo episódio, está mais relacionado com a agenda política e cultural americana que está a tomar conta de tudo, do que com casas. São os negros e os malvados dos brancos, e essa treta insuportável que querem importar para o nosso país, mas o que me interessou realmente foi a visão de Theaster Gates, para o seu bairro e a zona de Chicago onde mora. Um artista e uma pessoa com ideias incríveis e principalmente, capacidade para as concretizar.

É uma série que vai valer a pena seguir para os próximos episódios. Uma nota muito negativa, é a tradução que até para brasileiro é macarrónica, parece francamente tradução automática efectuada por um robô que ainda está a aprender. “Ash”, num contexto de árvores, é freixo, não cinza… quer dizer, as duas coisas, mas só depois de passar pela lareira. Tive de activar a legendagem em inglês.

Entretanto, fui vendo o restante e é uma série inspiradora como já não via há muito tempo. Escolheram pessoas que têm ideias magníficas (mesmo que não todas exactamente do meu estilo) e gostam de viver na casa que construíram. É lá que se sentem bem. Parece simples, mas basta olhar em volta para rapidamente se perceber que não é.

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