Hoje em dia já ninguém lá vai, aquilo está cheio de gente

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Cinema em Fevereiro

Publicado em 28/02/2021

Der Hauptmann (2017) (6)

Em português “O Capitão”. Realizado por Robert Schwentke.
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Just Kids (2019) (7)

Começou bem e foi decaindo… mais um bocadinho e nem às três estrelas chegava. Realizado por Christophe Blanc.
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Filles de joie (2020) (8)

Por algum motivo no Filmin acharam bem dar o título brasileiro com as suas traduções literais sem qualquer sentido “Donas de Alegria”, mais valia o título em espanhol, “Mujeres de la Vida”. E as legendas idem. É um bom filme, se não começasse pelo fim tornando-o muito previsível (para mim), ainda seria melhor. Realizado por Frédéric Fonteyne e Anne Paulicevich.
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Celle que vous croyez (2019) (9)

Nunca é bom identificarmos num filme destes, ainda que vagamente, alguém que conhecemos. Apesar de algumas nuances interessante, não deixam de ser contemporaneamente banais as questões da superficialidade, da vida vazia, dos conhecimentos à la minute que dão para tudo e o seu inverso, e da solidão depois dos 40, que misturadas com as “redes sociais”, são uma receita para a miséria total, ou pelo menos moral. Podia ter dado mais meia estrela pela Juliette Binoche, mas ando exigente. Realizado por Safy Nebbou.
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Kuessipan (2019) (10)

Realizado por Myriam Verreault.
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Ikiru (1952) (11)

Um filme sobre a banalidade da esmagadora maioria das vidas comuns, sobre a vontade de fazer algo significativo, nem que seja nos últimos meses que restam. A morte é sempre inevitável, nesse sentido, essa urgência devia existir permanentemente, mas só surge depois de um abalo significativo e depois disso, os que cá ficam rapidamente regressam à mesma rotina. Em português “Viver”. Realizado por Akira Kurosawa.
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Qianxi mànbo (2001) (12)

Muito fraco, uma excepção no cinema coreano que já vi. Em inglês “Millennium Mambo”. Realizado por Hsiao-Hsien Hou.
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Kvinden i buret (2013) (13)

No gigantesco universo dos policiais não se pode dizer que o inspector da polícia Carl Mørck (Nikolaj Lie Kaas) seja um original, mas é certamente convincente. E o assistente Assad (Fares Fares) também não é mau. Em português “O Guardião das Causas Perdidas”. Realizado por Mikkel Nørgaard.
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