
— I’ve watched you at garden parties, on verandas, at the races.

— How can you… stand there?
— Please.

— How can you ever smile, as if your life hadn’t capsized?
The English Patient (1996), realizado por Anthony Minghella.

— I’ve watched you at garden parties, on verandas, at the races.

— How can you… stand there?
— Please.

— How can you ever smile, as if your life hadn’t capsized?
The English Patient (1996), realizado por Anthony Minghella.

— When were you most happy?

— Now.

— And when were you least happy?

— Now.
The English Patient (1996), realizado por Anthony Minghella.
Os artistas têm interesse em que se acredite nas súbitas revelações, as chamadas inspirações, como se a ideia de uma obra de arte, de um poema, o pensamento fundamental de uma filosofia brilhasse como uma luz de graça descida dos céus. Na verdade, a imaginação do bom artista ou pensador está continuamente a produzir, seja o bom, o medíocre ou o mau, mas a sua faculdade de julgamento, altamente apurada e treinada, rejeita, escolhe, combina; como se pode ver agora pelos cadernos de Beethoven, que ele reuniu gradualmente as melodias mais gloriosas, tendo, de certa forma, seleccionado a partir de múltiplos começos. Quem separa com menos rigor e se entrega de bom grado à memória imitativa pode, em certas circunstâncias, tornar-se um grande improvisador; mas a improvisação artística ocupa uma posição muito inferior em relação ao pensamento artístico seriamente e laboriosamente escolhido. Todos os grandes homens foram grandes trabalhadores, incansáveis não só na invenção, mas também no acto de rejeitar, seleccionar, reformar e organizar.
—Friedrich Nietzsche, Humano, Demasiado Humano, 1878 (Machine translation a partir do texto original alemão, que concluí ser superior a outras traduções inglesas e portuguesas.)
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Não há palavras para descrever a criação de Deus.