— Sabes muito bem que para mim, médio, é super-bom.
— Sabes muito bem que para mim, médio, é super-bom.
Quantas vezes subi as escadas até tua casa a imaginar um futuro girassol.
Quantas vezes desci as escadas ao sair de tua casa a não imaginar nada.
(Parece que foi há vinte anos. Quem era eu? Era outro.)
— Quando te conheci, sabia lá que eras o diabo da Tasmânia!
— Eu tenho as minhas vivências e tu tens a tua.
— Não deixa de ser uma utilização impecável do plural e do singular.
— Tens jeito tu.
— Não. Nenhum. Mas esforço-me muito.