Depois do salto (clicar na imagem).
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Esta série surpreende-me por manter um alto nível (ou o seu baixo nível) durante tantas temporadas e tem uma coisa que eu adoro, que é a perfeita harmonia entre imagem e música. São só alguns segundos por episódio, mas às vezes é mágico. Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
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Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆ ☆ ½
Realmente não suporto propaganda de causas disfarçadas de argumento… No oitavo episódio, há um blackout e um clima entre vizinhos homossexuais que contribui zero para todo o enredo. Em português “Homicídios ao Domicílio”. Criado por John Hoffman e Steve Martin.
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Caiu mais do que parece, porque ainda há personagens que salvam a série. Ian Gallagher é um personagem sem qualquer interesse desde sempre, se não existisse e retirassem 10 minutos a cada episódio, nada se perderia e muito teria sido ganho. Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆ ☆
Parece ter optado pelo ridículo e patetice, o Gay Jesus, a vingança sobre Ford orquestrada por Debbie (outra Gallagher insuportável), o exagero da queda de Fiona mais o seu overacting cansativo… Ao fim de nove temporadas, ninguém precisa de confirmar que não há nenhum que se aproveite. Frank continua a ser meia série, ao menos isso. Deixaram de vender vagabundagem para vender wokismo e “simbolismo”. Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆ ½
Agora em queda livre, já nem o Frank e o seu amigo vagabundo salvam a série, afinal não falhei por muito, as séries que sobrevivem mais de cinco temporadas são praticamente inexistentes, esta foi até à sexta, é meritório. Tem um coisa boa, a Fiona foi-se de vez, por questões de disputa salarial. Fiona (Emmy Rossum, na vida real), por mostrar o rabo regularmente, julgava que devia ter um salário igual ao de Frank (William H. Macy, que é meia série e também mostra o rabo), parece que se deixou levar pela propaganda feminista promovida mais abertamente a partir da oitava temporada. Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
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Foi penoso terminar de ver isto… De drama “neorealista” passou a comédia burlesca de péssimo gosto, um catálogo de fantasmas norte-americanos que pouco ou nada interessam ao resto do mundo, com tanta situação grotescas à medida do mínimo denominador comum da inteligência lá do sítio que acaba mesmo por desafiar a compreensão (se calhar é psicologia inversa). Frank rouba o quadro Nighthawks de Edward Hopper — o original — eu avisei —, grotesco. E acaba (a única coisa boa) com ele a ser cremado, explodindo a câmara crematória — tanto álcool e químicos tinha no corpo, entendem? Muito bom! Spoilers? Se evitar que uma única pessoa não perca tempo, já valeu a pena. Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
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— Para mim um namorado é uma pessoa, não é um cão.
(Ouvido na rua.)
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— Foi ferrada numa mama por um cavalo, diz que está a tirar um curso de gestão equestre.
— Gestão equestre?
— Sim, e o melhor do curso é que não paga nada.