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Em português “The Dead Don’t Hurt – Até ao Fim do Mundo”. Realizado por Viggo Mortensen.
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Em português “O Grande Amor da Minha Vida”. Realizado por Leo McCarey.
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Filme maravilhoso, já concluí há muito tempo que de facto já não se faz cinema como antigamente, a começar na escrita e a acabar nos actores. Agora chego a um ponto em que acho que ainda tenho muito para descobrir e podia fazê-lo até ao fim da vida, sem voltar a ver um único filme contemporâneo. As actrizes, principalmente, têm um nível que de facto pode ser considerado de estrela, não é como a miséria que hoje passa por celebridade. Estou a generalizar, mas entende-se. Numa nota diferente, uma outra coisa que se pode reparar é que estes filmes passavam todos nas nossas salas de cinema, que fervilhavam de vida, num tempo que nos querem fazer crer que era de obscurantismo. Fica-se sem perceber o que chamar ao tempo que vivemos hoje. Em português “Vidas Separadas”. Realizado por Delbert Mann.
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Em português “O Bom Pastor”. Realizado por Leo McCarey.
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Em português “Os Sinos de Santa Maria”. Realizado por Leo McCarey.
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Em português “Quero Viver!”. Realizado por Robert Wise.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “O Espírito e a Carne”. Realizado por John Huston.
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Realizado por Philippe Harel.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “A Bela Junie”. Realizado por Christophe Honoré.
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Em português “Vidas Privadas”. Realizado por Todd Field.
☆ ☆ ☆ ½
Because the Iran you see from the inside… is a very different place than the Iran you know from the news. Nowhere else I’ve been has the disconnect been so extreme between what one sees and feels from the people and what one sees and hears from the government.
—Anthony Bourdain, Anthony Bourdain shone a different light on the Middle East, CNN, 2018
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