
— Her emotions were on no ordinary plane. She loved or she loathed. She laughed or she cried. She lived in a world of superlatives.
The Pursuit of Love (2021), realizado por Emily Mortimer.

— Her emotions were on no ordinary plane. She loved or she loathed. She laughed or she cried. She lived in a world of superlatives.
The Pursuit of Love (2021), realizado por Emily Mortimer.
Em português “Crepúsculo em Tóquio”. Realizado por Yasujirô Ozu.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Revi antes de ir ver a segunda parte. E voltei a gostar. Realizado por Denis Villeneuve.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Realizado por Guy Davies.
☆ ☆ ☆ ½
Inacreditavelmente bom, este Yorgos Lanthimos nunca falha em surpreender, mas desta vez é o seu melhor filme, sem qualquer dúvida. Realizado por Yorgos Lanthimos.
☆ ☆ ☆ ☆ ☆
Em português “A Favorita”. Realizado por Yorgos Lanthimos.
☆ ☆ ☆ ½
Acho que é pior que o primeiro, mas o ambiente continua óptimo. Realizado por Denis Villeneuve.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “Anatomia de Uma Queda”. Realizado por Justine Triet.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “Miss Sloane – Uma Mulher de Armas” (já tinha saudades de um título destes). Realizado por John Madden.
☆ ☆ ☆ ☆
Apesar de ter gostado do filme, tem um tom que eu não gosto muito, um narrador que se calhar dispensava. Em português “As Oito Montanhas”. Realizado por Felix van Groeningen e Charlotte Vandermeersch.
☆ ☆ ☆ ☆
Revi e voltei a gostar, mas a tradução (no Filmin) dá a nítida sensação de “lost in translation”, falam, falam, e o traduzido é extremamente pouco. Da primeira vez vi com legendas em inglês e lembrava-me de um diálogo perfeitamente, fui comparar e de facto a tradução do Filmin é poupadinha. É o último filme de Ozu. Em português “O Gosto do Saké”. Realizado por Yasujirô Ozu.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “Laranjas Sangrentas”. Realizado por Jean-Christophe Meurisse.
☆ ☆
Em português “Os Filhos dos Outros”. Realizado por Rébecca Zlotowski.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “O Pântano”. Realizado por Lucrecia Martel.
☆ ☆ ☆
Quase não se percebe porque é a segunda parte… Explica a decisão de Laura partir e desaparecer, mas com elementos quase (ou mesmo) de sobrenatural e mistério adicional que pouco ou nada acrescentam ao que foi o primeiro filme, muito melhor do que este. Realizado por Laura Citarella.
☆ ☆ ☆
Anunciado como comédia, drama, romance, é dos poucos onde a comédia faz não só imenso sentido, como me ri bastante. E a homossexualidade agora omnipresente em todos os filmes americanos, pode ter servido para o financiamento, mas faz parte da história de uma forma que raramente se vê. É um magnífico filme, mais um saído da banda desenhada — desta vez do livro homónimo de Adrian Tomine que também assina o argumento. Realizado por Randall Park.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Folhas Caídas”. Realizado por Aki Kaurismäki.
☆ ☆ ☆ ☆
Realizado por Elena Martín.
☆ ☆ ☆ ☆
Não é todos os dias que vejo um filme suíço… Encontro semelhanças com os filmes austríacos, há algo de malsão nesses países, de profundamente perturbador. Realizado por Carmen Jaquier.
☆ ☆ ☆ ☆
E não é todos os filmes que vejo um filme do Kosovo, falado em albanês, um idioma que concluí nunca ter ouvido antes. E gostei imenso. Em português “Colmeia”. Realizado por Blerta Basholli.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Ah, este sim e para primeiro filme… Mais uma realizadora a seguir. Em português “Vidas Passadas”. Realizado por Celine Song.
☆ ☆ ☆ ☆ ☆
Em português “Os Tempos Que Mudam”. Realizado por André Téchiné.
☆ ☆ ☆
Aquilo que parecia uma boa ideia, tornou-se num exemplo grotesco do que critica ou satiriza, numa espécie de psicologia inversa para totós. Realizado por Cord Jefferson.
☆ ☆
Realizado por Andrew Legge.
☆ ☆ ☆
Um filme feito de desconforto, do primeiro ao último minuto. Também inclui uma das piores cenas de sexo que me lembro de ter visto. Realizado por Todd Haynes.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “A Zona de Interesse”. Realizado por Jonathan Glazer.
☆ ☆ ☆
Por fim, não é todos os dias que vejo um filme da Tunísia. Um dia de trabalho, debaixo das figueiras, a apanhar figos, dito assim não parece nada de especial. Mais meia estrela pelo final. Em português “Debaixo das Figueiras”. Realizado por Erige Sehiri.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Um Amor na Escócia”. Realizado por Bouli Lanners.
☆ ☆ ☆ ☆
Dou 1,5 só para assinalar que este lixómetro nem a duas estrelas chega e adoro o título em português que por um lado não quer dizer nada e por outro revelaria parte da história (se existisse). Em português “Sete Estranhos no El Royale”. Realizado por Drew Goddard.
☆ ½
Em português “Broker – Intermediários”. Realizado por Hirokazu Kore-eda.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Caçadores de Recompensas”. Realizado por Walter Hill.
☆ ☆ ☆
A protagonista principal tem algo de obnóxio que não deixa lugar para grande empatia pelo facto de ter sido adoptada por um casal francês e andar à procura dos seus pais biológicos na Coreia-do-Sul. Acabei por ter dificuldades em perceber se era só o papel ou se também a actriz (Park Ji-min)… A certa altura a sua amiga coreana tem de lhe dizer o que já toda a gente tinha visto — És uma pessoa muito triste. Em português “Regresso a Seul”. Realizado por Davy Chou.
☆ ☆ ☆ ☆
Demorou até meio do filme para arranjar um argumento e um guião. Em português “Querido Diário”. Realizado por Nanni Moretti.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Quarto 212”. Realizado por Christophe Honoré.
☆ ☆ ☆ ½
A partir de certa altura tornou-se completamente inverosímil, para não dizer uma patetice. Uma canalha tão grande que nem da máfia russa tem medo? De resto, não tenho dúvidas que é mais uma realidade e conquista do mundo moderno, gente a explorar velhos que não têm quem cuide deles ou para onde ir, ou como este filme implica, que até têm mas o estado e o seu sistema é que sabem o que é bom para eles. Tudo pelo bem deles. Em português “Tudo Pelo Vosso Bem”. Realizado por J Blakeson.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Só ao Meu Desejo”. Realizado por Lucie Borleteau.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Cão Danado”. Realizado por Jean-Baptiste Durand.
☆ ☆ ☆ ☆
Estes três filmes fazem parte de uma coisa chamada “My French Film Festival” do Filmin e não ia eu inventar este título em inglês para a promoção da cultura francesa. O Filmin parece que vive do dinheiro dos contribuintes europeus e o melhor que conseguem são estes filmes franceses com legendas em brasileiro. Depois do chamado “acordo ortográfico”, toda a gente tem a perfeita noção do que vale a nossa língua, incluindo a esmagadora maioria que se está a borrifar e foi a correr adoptar a enormidade. Que a decadência europeia e portuguesa é imparável, não há a mais pequena dúvida, escusava era de ser tão rápida. Realizado por Jeanne Aslan e Paul Saintillan.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Aos Nossos Amores”. Realizado por Maurice Pialat.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “Vida Íntima de Um Casal” (já não se dão títulos em português como antigamente, aliás, já não se faz nada em português como antigamente). Realizado por Maurice Pialat.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Quando o Amor Acaba”. Realizado por Maurice Pialat.
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Realizado por Maurice Pialat.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “Primeiro Passa no Exame”. Realizado por Maurice Pialat.
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Realizado por Maurice Pialat.
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Em português “Coisas de Homens”. Realizado por Lucas Belvaux.
☆ ☆ ☆ ☆
1972, 1974, 1978, 1980, 1983, 1991, 1993, 2018, 2019, 2020, 2021, 2022, 2023, bouli lanners, christophe honoré, cinema 2024, davy chou, drew goddard, hirokazu kore-eda, j blakeson, jean-baptiste durand, jeanne aslan, lucas belvaux, lucie borleteau, maurice pialat, nanni moretti, paul saintillan, walter hill
Criado por Larry David.
☆ ☆ ☆ ☆
Depois de aparições pontuais, desta vez todo o elenco de Seinfeld participa para a criação de um episódio especial de “reunião” e o que se pode ver é a qualidade estratosférica que de facto foi a série Seinfeld. Mesmo ficcionado, embora nunca demasiado absurdo, ver os bastidores e o trabalho de Jerry Seinfeld e Larry David juntos, tornou esta a melhor temporada. Os primeiros episódios com um Larry ainda mais obnóxio não deixam chegar ao cinco. Criado por Larry David.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Criado por Larry David.
☆ ☆ ☆ ☆
Tem aquele que foi para mim, talvez, o melhor episódio de todos: “The Accidental Text on Purpose”. Larry David não sendo exactamente uma jóia de pessoa, nunca falha a atrair gente bem pior do que ele, designadamente os amigos — a semelhança com Seinfeld não é uma coincidência. Criado por Larry David.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Se mais não bastasse, Larry David mantém um nível inacreditavelmente elevado durante 10 anos de situações… huh… inacreditáveis. O roommate Leon Black, apesar de ser um personagem, tem uma duração demasiado excessiva e devia ter saído quando o resto da família saiu (sétima temporada) ou pouco depois. Numa nota um pouco fora do contexto, ainda não consegui ver Jon Hamm fora do seu papel de Donald Draper de Mad Men, aqui não foi excepção, apesar de Larry David (que na verdade rouba todas as cenas em que participa). Tudo somado, até acho que tem melhorado com o tempo, mas nem tudo — 17 anos depois Larry Davis, Richard Lewis, Ted Danson, todos com mais de 80 anos (Richard Lewis está particularmente afectado pela idade)… Criado por Larry David.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
E como me manifestei, esta última temporada (até à data) decaiu bastante, principalmente os primeiros episódios, mesmo muito fracos. Depois melhora e volta a ter situações difíceis de acreditar. O novo Funkhouser (já vinha de trás), supostamente irmão de Marty Funkhouser (Bob Einstein, entretanto falecido), está muito longe de o conseguir substituir e muito mais já não atinge o nível anterior. Criado por Larry David.
☆ ☆ ☆ ½
A Netflix está como a Disney e a AppleTV+, do outro lado do Atlântico a esmagadora maioria é um lixo inenarrável, o que chega de qualidade tem de ser descoberto e escolhido a dedo. A Netflix já admitiu que o objectivo não é qualidade, mas sim minutos acumulados passados em frente ao canal — o negócio desta gente é fazer o mundo inteiro perder tempo. Criado por Steven Knight.
☆
Nesta temporada é introduzido um factor thriller, com uma série de gente a conspirar contra os quatro psicopatas narcisistas. É tudo tão excessivamente decadente que é bem capaz de ter um fundo de verdade, mas não cheguei a gostar realmente. Realizado por Øystein Karlsen.
☆ ☆ ☆ ½
Ora aqui está uma utilização meritória dos flashbacks. Grande papel de Amy Adams. Criado por Marti Noxon.
☆ ☆ ☆ ☆ ½