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Detalhes, Detalhes

Publicado em 15/05/2023

Esta noite resolvi testar uma série de acessórios. Tenho ligado o seguinte:

  • Entreq Olympus Infinity T com Peak 4
  • Entreq Eartha Olympus Infinity (cabo)
  • Entreq Macro Box (uma a cada amplificador)

Uma coisa que noto com as pequenas caixas Macro Box é que a dinâmica parece ter aumentado, ao ponto de ter a tendência de baixar um ponto de volume. Mas também acho o som mais agudo ao ponto de ser agressivo e cansativo, julgo que perdeu o equilíbrio de ter apenas a Olympus Infinity T com o Peak 4 — e uma das grandes qualidades foi eu ter verificado que dá para ouvir durante horas e horas sem nunca fatigar.
Mantendo ligadas apenas as Macro Box, também não me pareceu que tocasse melhor, embora pareça preferível a não ter nada. Portanto, vou manter a Olympus Infinity T. Também experimentei retirar o Peak 4 e faz definitivamente diferença, sendo o som subtilmente menos agradável.
A Entreq não é nada subtil na diferença sonora, mas estes pequenos ajustes são e eu sinto menos prazer nestes testes. O que ouço diferente que justifique algum tipo de investimento, gosto que seja imediato. Mas subtileza, por subtileza, tenho dois cabos de corrente para experimentar e vou ligar ao Technics SL-1000R e SoulNote E-2:

  • Siltech Classic Legend 680P (1,5m 2.878,20€)
  • Crystal Cable Reference2 Diamond (1m 1.050,00€)

A única coisa que posso dizer de certeza absoluta é que pior não toca. O Crystal na fonte de alimentação do Technics SL-1000R não faz diferença nenhuma (a substituir o cabo original). O Siltech no E-2 faz diferença (a substituir um Oyaide), mas depois liguei o Crystal ao E-2 e aí já não notei diferença entre os dois.
Deixei assim e liguei o Siltech à entrada analógica do T+A P3000 HV (a substituir um Oyaide, a série HV leva as pessoas à falência com os cabos de corrente porque cada equipamento tem dois). Também me pareceu diferente. Voltei ao Oyaide. Todo este processo me maça, porque tenho de desligar o pré-amplificador que desliga por sua vez desliga os amplificadores, tudo depois tem um processo de ligar que é relativamente demorado, com uma série de clics dos relés a ligar um a um. Não há dúvida, o som perdeu força, tem menos punch. Voltei ao Siltech e confirmo, ganhou força, ganhou punch. Liguei um Oyaide à fonte de alimentação do Technics e assim ficou.
E é o melhor som que aqui tive, contando com outras alterações das quais darei conta noutra ocasião. Pela minha experiência dos últimos anos, tornei-me um crente do “tudo conta, tudo faz diferença”, ironicamente, mesmo que não se ouça imediatamente. O somatório de melhorias é francamente audível e pequenas alterações ou cuidados, contam. Decidi por um upgrade aos cabos de corrente e ainda vou tentar experimentar alguns da Esprit Audio, mas o mais certo é ir para Oyaide Vondita com fichas P-004 e C-004, para mim, não me parece que justifique gastar muito mais. E agora…, ouvir música.

O Depois e o Antes

Publicado em 22/11/2022

Fezz Titania

Fezz Titania.

Fezz Mira Ceti 300B Evolution

O depois. Fezz Mira Ceti 300B Evolution.

Fezz Mira Ceti 300B Legacy

O antes. Fezz Mira Ceti 300B Legacy. Até a fotografia e o recorte da fotografia é péssimo.

Para quem duvidar do poder do design gráfico e do design industrial. A Fezz Audio da Polónia, sofreu um redesign do logotipo e da imagem gráfica, que correspondeu ao redesign brilhante dos produtos. Até pode tocar o mesmo, mas também se ouve com os olhos. Está óptimo. Na Ultimate Audio.