

Na Nova Zelândia, Room 11 (via The Local Project no YouTube). Faz parte do projecto Triptych composto pela Casa Blunt, o Pulmonum e a Glass House (um projecto incrível em si mesmo).
Na Nova Zelândia, Room 11 (via The Local Project no YouTube). Faz parte do projecto Triptych composto pela Casa Blunt, o Pulmonum e a Glass House (um projecto incrível em si mesmo).
Depois do salto (clicar na imagem).
Na Colômbia, Quena Margarita Gonzalez Escobar e Juan David Hoyos Taborda (via Arquitectura Viva).
Em português “Banel & Adama”. Realizado por Ramata-Toulaye Sy.
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Em português “Banel & Adama”. Realizado por Lisandro Alonso.
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Em português “O Workshop” (a palavra “oficina” deixou de existir, pelos vistos). Realizado por Laurent Cantet.
☆ ☆ ☆ ½
Já tinha visto este filme em 2016 e é novamente a prova que mais vale rever um filme bom do que estrear um filme mau ou assim-assim. E que magnífico que tudo é aqui… a fotografia é sumptuosa, a música acompanha na perfeição e os vestidos da senhora Chan, só vistos. Uma história de amor platónico como há poucas. Um filme lindo. Em português “Disponível Para Amar”. Realizado por Wong Kar-Wai.
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Filme de guerra incrível, super violento, muito realista. Passa-se em Shangai no ano de 1937 e realmente no Ocidente sabemos muito pouco da história dos outros (e da nossa, sabe Deus). A segunda guerra mundial, para a Europa foi de 1939 a 1945, mas na Ásia as hostilidades entre a China e o Japão começaram em 1931 e duraram até 1945, deixando meio milhão de mortos do lado japonês e uns 20 milhões do lado chinês (maioritariamente civis). Em inglês “The Eight Hundred”. Realizado por Guan Hu.
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Vi este filme pela primeira vez há 10 anos e gostei igualmente. Em inglês “A Girl at My Door”. Realizado por July Jung.
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Um filme sobre as coreanas utilizadas como “mulheres de conforto” pelos soldados japoneses durante a Segunda Guerra Mundial. Admirou-me, neste filme, serem basicamente crianças. Em inglês “Snowy Road”. Realizado por Lee Na-jeong.
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É uma propaganda não sei se anti-soviética, se anti-russa, o que vindo da Estónia não admira, mas se tem piada não deve ser muito mau, é o meu lema. Tem originalidade e não é todos os dias que vejo uma série deste país. Criado por por Stanislavs Tokalovs, Teodora Markova e Waldemar Kalinowski.
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Não sei se o conceptualismo e o estilo se sobrepõem à história… Ainda não decidi. Criado por por Dan Erickson.
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É um pouco estridente por vezes (as mulheres, principalmente), mas dá uma imagem interessante da transição da China para uma economia de mercado nos anos 90. E tem melhorado, no início parecia pior. O Filmin tem como três temporadas de cinco episódios, mas no site IMDB, fala numa temporada de 30 episódios — portanto, vi os primeiros 15. Também parece fazer uma trilogia com os filmes “Disponível para Amar” e “2046“, que vi este último, mas já não me lembro de nada, por isso não deve influenciar grande coisa o visionamento da série. Realizado por por Wong Kar-wai.
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