Depois do salto (clicar na imagem).
2023, eua, folk, sarah jarosz
Depois do salto (clicar na imagem).
2023, eua, folk, sarah jarosz
Em português “A Festa de Babette”. Realizado por Gabriel Axel.
☆ ☆ ☆ ☆
Já não me lembrava de ver personagens tão superficiais num filme e tão fracos diálogos, mas em vários momentos pareceu que iria ser muito melhor. Em português “O Meu Amor Que Não Conheço”. Realizado por Fernando Trueba.
☆ ☆ ½
Gosto bastante destes reencontros e este filme é bastante realista nesse aspecto, na vida real quase nada de bom sai de se rever pessoas do nosso passado. Tem cenas de uma seca quase insuportável, a dos imitadores de pássaros no casamento não lembra ao diabo, mas mesmo assim gostei. Achei o final particularmente bom. Em português “A Vida Entre Nós”. Realizado por Stéphane Brizé.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “O Passado Não Perdoa”. Realizado por John Huston.
☆ ☆ ☆ ☆
Praticamente todos os filmes baseados em peças de Tennessee Williams são bons e neste, Coppola também participa no argumento. Em português “A Flor à Beira do Pântano”. Realizado por Sydney Pollack.
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Em português “Fumo de Verão”. Realizado por Peter Glenville.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Corações na Penumbra”. Realizado por Richard Brooks.
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Em português “Milionários de Filadélfia”. Realizado por Vincent Sherman.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Almas em Fúria”. Realizado por Anthony Mann.
☆ ☆ ☆ ☆
Insuportável o Warren Beatty a fazer de italiano, com um sotaque macarrónico, mas a escrita de Tennessee Williams é irresistível. Em português “A Primavera em Roma de Mrs. Stone”. Realizado por José Quintero.
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Em português “As Vinhas da Ira”. Realizado por John Ford.
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Realizado por John Schlesinger.
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São só quatro episódios e francamente podia ser metade… No último tem uma cena “anti-emigrantes” (porque o marido da protagonista é chinês) saída do nada que hoje em dia, num país como o Reino Unido, só se pode entender como uma encomenda, porque em todo o contexto da série é inexplicável. Em português “Contra a Lei”. Realizado por Erik Richter Strand.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “A Grande Barraca” (a sério). Criado por Connie Booth e John Cleese.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “A Grande Barraca”. Criado por Connie Booth e John Cleese.
☆ ☆ ☆ ½
Claro que depois de Downtow Abbey, tem algo de “já visto”, mas mesmo assim entretem bem e sobretudo, tem personagens muito bem escritos. Criado por Julian Fellowes.
☆ ☆ ☆ ☆
Criado por Julian Fellowes.
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Criado por Julian Fellowes.
☆ ☆ ☆ ½
Criado por Lucia Aniello, Paul W. Downs e Jen Statsky.
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Em português “A Rapariga Que Desapareceu”. Criado e realizado por Simo Halinen.
☆ ☆ ☆ ☆
Podia ser melhor, mas os tiques americanos contemporâneos, são insuportáveis. Em português “As Pequenas Coisas da Vida”. Criado por Liz Tigelaar.
☆ ☆ ☆ ½
Kathryn Hahn é uma actriz extremamente expressiva com um ar de pessoa normal, mas algo “alternativa”, gosto bastante e salva o espectáculo. A série, obviamente, vinda de onde vem, tem de gravitar em volta de assuntos completamente marginais, mas que passam sempre como sendo o habitual e corrente. Criado por Tom Perrotta.
☆ ☆ ☆ ½

— Oh, look, if I– If I did anything, uh, inappropriate it was entirely my fault. I was a whiskey sodden wanker – with the manners of a fuckin’–
Tiny Beautiful Things (2023), criado por Liz Tigelaar.