
— People are stupid when they’re young. Do you want to know why?

— I want to know why they’re stupid all the other years of their lives.
Quarto episódio da primeira temporada de Suits (2012), criado por Aaron Korsh.

— People are stupid when they’re young. Do you want to know why?

— I want to know why they’re stupid all the other years of their lives.
Quarto episódio da primeira temporada de Suits (2012), criado por Aaron Korsh.
Frank Dillane (Mike) faz um papel incrível, mas senti que o filme podia ser muito melhor. Em português “Urchin – Pelas Ruas de Londres”. Realizado por Harris Dickinson.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Se Eu Tivesse Pernas, Dava-te um Pontapé”. Realizado por Mary Bronstein.
☆ ☆ ☆ ½
Para mim, um dos protagonistas deste filme é a buzina do Lancia, só me ri. Em português “A Ultrapassagem”. Realizado por Dino Risi.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Já tinha visto, esqueci-me de registar pelos vistos. Realizado por Seth Holt e Basil Dearden.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Sonhos e Comboios”. Realizado por Clint Bentley.
☆ ☆ ½
Bastante perturbador com Grace (Jennifer Lawrence) sempre no fio da navalha e nós sempre à espera que algo mesmo mau aconteça. E não acontece nada de bom. Nos créditos finais, Love Will Tear Us Apart dos Joy Division, numa versão nua, cantada pela realizadora — uma surpresa. Em português “Mata-te, Amor”. Realizado por Lynne Ramsay.
☆ ☆ ☆ ☆
Continuo a gostar de um filme de espionagem, apesar da propaganda — o mau da fita é um indivíduo que se parece com Putin e o título (ainda mais em português), remete para uma Rússia comunista que já não existia há muito tempo no ano em que o filme se passa. Mas na América, a “opinião pública” é um trabalho de muitos anos. Em português “A Agente Vermelha”. Realizado por Francis Lawrence.
☆ ☆ ☆ ☆
Mesmo antes de sabermos o que se passa, as emoções andam descontroladas, mais tarde entra um pouco no dramalhão, mas mesmo assim gostei. Realizado por Jonathan Teplitzky.
☆ ☆ ☆ ☆
Realizado por John Cassavetes.
☆ ☆ ☆ ½
Realizado por Fleur Fortune.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português (nem tanto) “Saint Amour”. Realizado por Benoît Delépine e Gustave Kervern.
☆ ☆ ☆
Em português (nem tanto) “Eyes Wide Shut”. Realizado por Stanley Kubrick.
☆ ☆ ☆ ☆
Realizado por Amat Escalante.
☆ ☆ ☆ ☆
Os anos passam e som continua a ser patético nos filmes portugueses, mas gostei muito da fotografia que estava uns furos acima de tudo o resto. Realizado por João Canijo.
☆ ☆ ☆ ½
Gostei mais deste, mas mesmo assim não chegou ao almejado quatro. O hotel, na Curia, é uma das estrelas. Realizado por João Canijo.
☆ ☆ ☆ ½
Renate Reinsve (A Pior Pessoa do Mundo) é metade do filme, ou mais. Realizado por Halfdan Ullmann Tøndel (que é neto de Liv Ullmann e Ingmar Bergmann).
☆ ☆ ☆ ½
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Esta série surpreende-me por manter um alto nível (ou o seu baixo nível) durante tantas temporadas e tem uma coisa que eu adoro, que é a perfeita harmonia entre imagem e música. São só alguns segundos por episódio, mas às vezes é mágico. Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆ ☆ ½
Realmente não suporto propaganda de causas disfarçadas de argumento… No oitavo episódio, há um blackout e um clima entre vizinhos homossexuais que contribui zero para todo o enredo. Em português “Homicídios ao Domicílio”. Criado por John Hoffman e Steve Martin.
☆ ☆
Caiu mais do que parece, porque ainda há personagens que salvam a série. Ian Gallagher é um personagem sem qualquer interesse desde sempre, se não existisse e retirassem 10 minutos a cada episódio, nada se perderia e muito teria sido ganho. Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆ ☆
Parece ter optado pelo ridículo e patetice, o Gay Jesus, a vingança sobre Ford orquestrada por Debbie (outra Gallagher insuportável), o exagero da queda de Fiona mais o seu overacting cansativo… Ao fim de nove temporadas, ninguém precisa de confirmar que não há nenhum que se aproveite. Frank continua a ser meia série, ao menos isso. Deixaram de vender vagabundagem para vender wokismo e “simbolismo”. Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆ ½
Agora em queda livre, já nem o Frank e o seu amigo vagabundo salvam a série, afinal não falhei por muito, as séries que sobrevivem mais de cinco temporadas são praticamente inexistentes, esta foi até à sexta, é meritório. Tem um coisa boa, a Fiona foi-se de vez, por questões de disputa salarial. Fiona (Emmy Rossum, na vida real), por mostrar o rabo regularmente, julgava que devia ter um salário igual ao de Frank (William H. Macy, que é meia série e também mostra o rabo), parece que se deixou levar pela propaganda feminista promovida mais abertamente a partir da oitava temporada. Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆
Foi penoso terminar de ver isto… De drama “neorealista” passou a comédia burlesca de péssimo gosto, um catálogo de fantasmas norte-americanos que pouco ou nada interessam ao resto do mundo, com tanta situação grotescas à medida do mínimo denominador comum da inteligência lá do sítio que acaba mesmo por desafiar a compreensão (se calhar é psicologia inversa). Frank rouba o quadro Nighthawks de Edward Hopper — o original — eu avisei —, grotesco. E acaba (a única coisa boa) com ele a ser cremado, explodindo a câmara crematória — tanto álcool e químicos tinha no corpo, entendem? Muito bom! Spoilers? Se evitar que uma única pessoa não perca tempo, já valeu a pena. Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
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2016, 2017, 2018, 2019, 2020, 2022, eua, john hoffman, john wells, paul abbott, steve martin, tv 2026

Die My Love (2025), realizado por Lynne Ramsay.
A tocar Cold Light of Day de Lewsberg.
Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆ ☆ ☆
Esta série é boa, embora eu considere que não chega à original inglesa, mas usa a fórmula habitual deste tipo de registo: são todos deploráveis (e são mesmo), ladrões, promíscuos, psicopatas, sem qualquer vestígio de compasso moral, mas bem intencionados e ainda com muito para dar à humanidade (não se fiem nisso). Ou seja, acabamos a gostar de tipos de pessoas que têm muito pouco a apresentar de edificante e, o nosso gostar segue os altos e baixos programados pelos argumentistas. Começamos a série a gostar mais de uns do que de outros e acabamos da mesma forma, mas são outros. Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆ ☆ ½
Eu vejo estes episódios como um drama, não como comédia dramática e muito menos como comédia. Mas uma coisa que quase nunca falha é em todos os episódios eu dar uma gargalhada com algo que de alguma forma não estava a contar — como aqui, e sim, o Mickey, é daqueles personagens odiosos que por esta altura já toda a gente gosta. Esta temporada tem episódios muito bons, designadamente o último. Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Homicídios ao Domicílio”. Criado por John Hoffman e Steve Martin.
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2012, 2013, 2014, 2015, 2021, eua, john hoffman, john wells, paul abbott, steve martin, tv 2026