Depois do salto (clicar na imagem).
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Em português “A Senhora Ogin”. Realizado por Kinuyo Tanaka.
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Que lindo este filme. Em português “O Menino da Ama”. Realizado por Tomotaka Tasaka.
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Em português “Mulheres de Ginza”. Realizado por Kozaburo Yoshimura.
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Há imensos filmes passados nas escolas, com os alunos e professores, ultimamente tenho notado um padrão: costumo gostar, são filmes que me agradam. Em português “A Sala de Professores”. Realizado por Ilker Çatak.
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Bom filme e bom retrato do que é o comunismo, como diz Xu Fugui — “…é bom ser pobre. Não há nada melhor”. Em português “Viver”. Realizado por Zhang Yimou.
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Em português “O Inimigo da Turma”. Realizado por Rok Bicek.
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Em português “A Rainha Africana”. Realizado por John Huston.
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Realizado por Alejandro Landes.
☆ ☆ ½
Em inglês “A Simple Life”. Realizado por Ann Hui.
☆ ☆ ☆ ½
Em parte a partir dos livros de George R. R. Martin. Criado por David Benioff e D.B. Weiss.
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Criado por David Benioff e D.B. Weiss.
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Criado por David Benioff e D.B. Weiss.
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Criado por David Benioff e D.B. Weiss.
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Criado por David Benioff e D.B. Weiss.
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Criado por David Benioff e D.B. Weiss.
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Criado por David Benioff e D.B. Weiss.
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A partir de certa altura, acabaram os livros, os argumentistas ficaram sem material e o próprio George R. R. Martin aparentemente deixou de estar envolvido. Toda a gente se queixa que a qualidade decaiu, que é fraco, etc, etc. Mas a verdade é que todo o ambiente e personagens se mantiveram bastante fiéis ao espírito dos livros e das primeiras temporadas — com alguma excepção no sexo sem sentido ou simplesmente depravado, que era metido plano sim, plano não, em todos os episódios. Dito isto, pouco se passa de interesse nesta temporada de encerramento e o que se passa, francamente, podia passar-se em metade do tempo. Criado por David Benioff e D.B. Weiss.
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Criado por Thomas Hess, Adrian Illien e Michael Sauter.
☆ ☆ ☆ ½
Criado por Larry David.
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Depois de aparições pontuais, desta vez todo o elenco de Seinfeld participa para a criação de um episódio especial de “reunião” e o que se pode ver é a qualidade estratosférica que de facto foi a série Seinfeld. Mesmo ficcionado, embora nunca demasiado absurdo, ver os bastidores e o trabalho de Jerry Seinfeld e Larry David juntos, tornou esta a melhor temporada. Os primeiros episódios com um Larry ainda mais obnóxio não deixam chegar ao cinco. Criado por Larry David.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Criado por Larry David.
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Tem aquele que foi para mim, talvez, o melhor episódio de todos: “The Accidental Text on Purpose”. Larry David não sendo exactamente uma jóia de pessoa, nunca falha a atrair gente bem pior do que ele, designadamente os amigos — a semelhança com Seinfeld não é uma coincidência. Criado por Larry David.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Se mais não bastasse, Larry David mantém um nível inacreditavelmente elevado durante 10 anos de situações… huh… inacreditáveis. O roommate Leon Black, apesar de ser um personagem, tem uma duração demasiado excessiva e devia ter saído quando o resto da família saiu (sétima temporada) ou pouco depois. Numa nota um pouco fora do contexto, ainda não consegui ver Jon Hamm fora do seu papel de Donald Draper de Mad Men, aqui não foi excepção, apesar de Larry David (que na verdade rouba todas as cenas em que participa). Tudo somado, até acho que tem melhorado com o tempo, mas nem tudo — 17 anos depois Larry Davis, Richard Lewis, Ted Danson, todos com mais de 80 anos (Richard Lewis está particularmente afectado pela idade)… Criado por Larry David.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
E como me manifestei, esta última temporada (até à data) decaiu bastante, principalmente os primeiros episódios, mesmo muito fracos. Depois melhora e volta a ter situações difíceis de acreditar. O novo Funkhouser (já vinha de trás), supostamente irmão de Marty Funkhouser (Bob Einstein, entretanto falecido), está muito longe de o conseguir substituir e muito mais já não atinge o nível anterior. Criado por Larry David.
☆ ☆ ☆ ½
A Netflix está como a Disney e a AppleTV+, do outro lado do Atlântico a esmagadora maioria é um lixo inenarrável, o que chega de qualidade tem de ser descoberto e escolhido a dedo. A Netflix já admitiu que o objectivo não é qualidade, mas sim minutos acumulados passados em frente ao canal — o negócio desta gente é fazer o mundo inteiro perder tempo. Criado por Steven Knight.
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Nesta temporada é introduzido um factor thriller, com uma série de gente a conspirar contra os quatro psicopatas narcisistas. É tudo tão excessivamente decadente que é bem capaz de ter um fundo de verdade, mas não cheguei a gostar realmente. Realizado por Øystein Karlsen.
☆ ☆ ☆ ½
Ora aqui está uma utilização meritória dos flashbacks. Grande papel de Amy Adams. Criado por Marti Noxon.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Isto Não é Um Filme”. Realizado por Jafar Panahi.
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Em português “O Aventureiro Romântico”. Realizado por Henry King.
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Um filme com piada, que goza com o facto de na antiga União Soviética as cidades terem partes todas iguais construídas eventualmente segundo o “modelo socialista”. A partir daí a situação inverosímil acontece. O nosso protagonista que vive em Moscovo com a mãe num desses apartamentos de 36 metros quadrados, acaba em Leninegrado num apartamento exactamente igual, e até a sua chave serve, numa rua com o exacto mesmo nome, onde vive Nadya (protagonizada pela linda actriz polaca Barbara Brylska). Tem o ar do tempo e um certo excesso de representação que só lhe dá mais encanto. Em inglês “The Irony of Fate, or Enjoy Your Bath!”. Realizado por Eldar Ryazanov.
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Em português “O Grande Escândalo”. Realizado por Howard Hawks.
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Em português “O Último Autocarro”. Realizado por Gillies MacKinnon.
☆ ½
Realizado por Benoît Jacquot.
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Em português “Jack Reacher: Nunca Voltes Atrás”. Realizado por Edward Zwick.
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Em português “O Diário Íntimo de Uma Mulher”, era uma época de títulos extraordinários de delirantes, às vezes saía até um melhor que o original (não é o caso). Realizado por Frank Perry.
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Realizado por Henry Hathaway.
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Em português “O Falso Profeta”. Realizado por Richard Brooks.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “O Prisioneiro de Alcatraz”. Realizado por John Frankenheimer.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Realizado por Carla Simón e Sonia Castelo.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Os Irmãos de Leila”. Realizado por Saeed Roustayi.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “O Enviado da Manchúria”. Realizado por John Frankenheimer.
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