
— Life is very complicated.
An Unmarried Woman (1978), realizado por Paul Mazursky.
1978, eua, paul mazursky, vida

— Life is very complicated.
1978, eua, paul mazursky, vida
Realizado por Kleber Mendonça Filho.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “De Hilde, Com Amor”. Realizado por Andreas Dresen.
☆ ☆ ☆ ½
É um filme simples mas gostei e o principal é capaz de passar ao lado de muita gente. Em português “Os Novos Vizinhos”. Realizado por André Téchiné.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “Reconciliação”. Realizado por Richard Sale.
☆ ☆ ☆ ½
Fiquei algo surpreendido por ser baseado num livro de Georges Simenon. Em português “O Quarto Azul”. Realizado por Mathieu Amalric.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “O Golpe”. Realizado por Nelicia Low.
☆ ☆ ☆
Em português “Foi Só Um Acidente”. Realizado por Jafar Panahi.
☆ ☆ ☆ ☆
Realizado por John H. Auer.
☆ ☆ ☆ ☆
Realizado por Zhi Wei Jow.
☆ ☆
Criado por Daisy Coulam.
☆ ☆ ☆
Criado por Daisy Coulam.
☆ ☆ ☆
Criado por Daisy Coulam.
☆ ☆ ☆
Melhorou num ou outro episódio… Criado por Daisy Coulam.
☆ ☆ ☆ ½
Criado por Daisy Coulam.
☆ ☆ ☆ ½
Criado por Daisy Coulam.
☆ ☆ ☆ ½
Não é comum eu ver uma série de 10 temporadas, esta de facto serve para ver ao jantar e as temporadas são pequenas. Criado por Daisy Coulam.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Pantanos”. Gostei imenso do ambiente desta série passada na zona mais a norte da Irlanda e falada em gaélico… Realizada por Philip Doherty.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Jacov”. Criado por Axel Stjärne.
☆ ☆ ☆ ☆
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O Filmin diz que esta xaropada inexplicável é considerada o novo “Sherlock”, a chave deve estar nas aspas. Temos seguramente o Arthur Conan Doyle a dar voltas no caixão. Começou mal o ano televisivo. Criado por Mark Gatiss.
☆
Em português “O Dinheiro dos Outros”. Criado por Jan Schomburg.
☆ ☆ ☆ ☆
Criado por Vince Gilligan.
☆ ☆ ☆ ☆
É uma série boa para ver ao jantar. Criado por Daisy Coulam.
☆ ☆ ☆ ½
Criado por Daisy Coulam.
☆ ☆ ☆
Criado por Daisy Coulam.
☆ ☆ ☆
Criado por Daisy Coulam.
☆ ☆ ½
Em português “As Cores do Tempo”. Realizado por Cédric Klapisch.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Num reino indefinido, uma guarnição defende um forte no local mais longínquo de um império indeterminado. Uma boa metáfora para a Europa de hoje, com os seus líderes de 20% de aprovação popular, sempre à espera do inimigo que teima em não vir. Em português “O Deserto dos Tártaros”. Realizado por Valerio Zurlini.
☆ ☆ ☆ ½
Não me lembro de um filme na escola que seja desinteressante e este foi Palma de Ouro em Cannes. Os professores devem de facto ter vidas mais interessantes do que o que eu penso à partida. Em português “A Turma”. Realizado por Laurent Cantet.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Baseado na banda desenhada homónima de Chester Brown, fica muito longe do livro — que é uma espécie de advocacia da prostituição, o que apesar de não concordar, entendi as razões quando o li, que aqui são zero exploradas. Chester Brown reúne-se frequentemente com os seus amigos e colegas de profissão Seth e Joe Matt, no filme com a pequena diferença de Seth ser negro e se juntar a eles uma autora asiática. As quotas, no Canadá, também são para cumprir. Mas a realidade é o que é, não deixa de ser irónico que Chester Brown nos seus livros mais autobiográficos, exibe uma honestidade quase radical. É o primeiro filme que me aparece no site IMDB sem um único título de outro país. Teve zero distribuição internacional. Realizado por Sook-Yin Lee.
☆ ☆ ½
Uma história de terror, embora não pareça. Um filme muito bom, mas não gostei do fim nem da escolha de Jenny Beth para a filha adulta (embora perceba que é algo bastante evidente como papel de uma filha traumatizada, mas parece-me outra pessoa relativamente às versões mais novas). Realizado por Catherine Corsini.
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Realizado por Michael Angelo Covino.
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De longe a longe aparece um filme destes… Perturbador, com pessoas super esquisitas… É um filme incrível. O último que me lembro de ter deixado esta sensação foi Under the Skin de 2013. Realizado por Oliver Laxe.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Muros Negros”. Realizado por J. Lee Thompson.
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Em português “Amor e Compaixão”. Realizado por Bruce Beresford.
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