Depois do salto (clicar na imagem).
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Realizado por Wouter Bouvijn.
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Quando comecei a ver já sabia que não tinha futuro porque a Amazon resolveu cancelá-la precocemente, mas o conceito atraiu-me e está muito bom, sendo obviamente o fim altamente insatisfatório. É baseada num livro de William Gibson. Realizado por Vincenzo Natali e Alrick Riley.
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Esta série tem uns pormenores distópicos bastante bem observados, o óbvio problema da habitação que é o tema central, mas não só. Os drones por todo o lado, o desperdício de seres humanos por exemplo como manequins vivos nas montras (uma versão moderna daqueles homens sanduíche que se vê nos EUA) e o que me chamou mais a atenção, a relação dos pobres (literalmente) clientes com o banco. Criado por Nora Landsrød e Kristian Kilde.
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Criado por Larry David.
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Criado por Larry David.
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Criado por Larry David.
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Criado por Larry David.
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Apesar de ter descido meio pontinho, tem um dos episódios mais divertidos onde Larry na sua saga de arranjar um rim para o seu amigo (poupando um dos seus), acaba por se fazer amigo de um judeu ortodoxo e a sua filha, os quais convida para o ski — The Ski Lift. Criado por Larry David.
☆ ☆ ☆ ½
Realizado por Mario Martone.
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Em português “Feliz Como Lázaro”. Realizado por Alice Rohrwacher.
☆ ☆ ☆ ½
O prazer esteve todo na luz e na composição, nesse aspecto é uma obra prima extraordinária, é um patamar que muitos poucos terão atingido. Do resto não gostei o suficiente com muita pena minha. Realizado por Andrei Tarkovsky.
☆ ☆ ☆ ½
Há um diálogo — do qual destaquei umas poucas frases — entre Jiggs (Kirk Douglas) e Eleanor (Ava Gardner) extraordinário de tão bem escrito. Já não se escreve assim — como dizia Orwell, a destruição da língua é uma coisa muito bonita e tem sido. E estrelas como Ava gardner ou Kirk Douglas, pura e simplesmente não tiveram sucessão. Hollywood é hoje um antro muito mal frequentado. Em português “Sete Dias em Maio”. Realizado por John Frankenheimer.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Veneno dos Trópicos”. Realizado por Robert Z. Leonard e Vincente Minnelli.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “A Condessa Descalça”. Realizado por Joseph L. Mankiewicz.
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Em português “Mundos Opostos”. Realizado por Mervyn LeRoy.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Lua de Papel”. Realizado por Peter Bogdanovich.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Romance em Nova Iorque”. Realizado por Peter Bogdanovich.
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Em português “O Ídolo Caído”. Realizado por Carol Reed.
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Em português “À Queima Roupa”. Realizado por John Boorman.
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Já não me lembrava de ver uma actriz tão fraca como Iman (a do David Bowie) e o filme é só marginalmente melhor… Graham Greene merecia bem mais. Em português “O Factor Humano”. Realizado por Otto Preminger.
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Realizado por Jacques Audiard.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em inglês “Blind Love”. Realizado por Daisuke Gotô.
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1948, 1949, 1954, 1964, 1967, 1971, 1973, 1979, 1983, 2005, 2015, 2018, 2022, alice rohrwacher, andrei tarkovsky, carol reed, daisuke gotô, eua, itália, jacques audiard, john boorman, john frankenheimer, joseph l. mankiewicz, mario martone, mervyn leroy, otto preminger, peter bogdanovich, reino unido, robert z. leonard, rússia, vincente minnelli