
Depois do salto (clicar na imagem).
Depois do salto (clicar na imagem).
Em português “Banel & Adama”. Realizado por Ramata-Toulaye Sy.
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Em português “Banel & Adama”. Realizado por Lisandro Alonso.
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Em português “O Workshop” (a palavra “oficina” deixou de existir, pelos vistos). Realizado por Laurent Cantet.
☆ ☆ ☆ ½
Já tinha visto este filme em 2016 e é novamente a prova que mais vale rever um filme bom do que estrear um filme mau ou assim-assim. E que magnífico que tudo é aqui… a fotografia é sumptuosa, a música acompanha na perfeição e os vestidos da senhora Chan, só vistos. Uma história de amor platónico como há poucas. Um filme lindo. Em português “Disponível Para Amar”. Realizado por Wong Kar-Wai.
☆ ☆ ☆ ☆ ☆
Filme de guerra incrível, super violento, muito realista. Passa-se em Shangai no ano de 1937 e realmente no Ocidente sabemos muito pouco da história dos outros (e da nossa, sabe Deus). A segunda guerra mundial, para a Europa foi de 1939 a 1945, mas na Ásia as hostilidades entre a China e o Japão começaram em 1931 e duraram até 1945, deixando meio milhão de mortos do lado japonês e uns 20 milhões do lado chinês (maioritariamente civis). Em inglês “The Eight Hundred”. Realizado por Guan Hu.
☆ ☆ ☆ ☆
Vi este filme pela primeira vez há 10 anos e gostei igualmente. Em inglês “A Girl at My Door”. Realizado por July Jung.
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Um filme sobre as coreanas utilizadas como “mulheres de conforto” pelos soldados japoneses durante a Segunda Guerra Mundial. Admirou-me, neste filme, serem basicamente crianças. Em inglês “Snowy Road”. Realizado por Lee Na-jeong.
☆ ☆ ☆ ☆
É um filme de emoções e gostei muito, mas uma palavrinha para Paul Lavertym o argumentista — os ingleses andam há séculos do lado errado da história, a minar e a conspirar contra tudo e contra todos — ainda está fresco na memória o que foi a presença deles na UE. O “regime sírio de Assad”, junto com o Hezbollah e a Rússia, foram os grandes responsáveis de se ter salvo alguma coisa da Síria, designadamente os Cristãos, da destruição que foi programada e promovida pelo “regime americano”, o “regime inglês”, o “regime israelita” e os regimes fantoches europeus seus aliados, já para não falar da sua mais grotesca criação, o “estado islâmico”. Enquanto escrevo, o “regime israelita”, mais uma extraordinária criação inglesa, está a bombardear Damasco (além de Beirute e outras cidades no Líbano, Gaza, a Cisjordânia e o Iemén). Em português “O Pub de Old Oak”. Realizado por Ken Loach.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Paradise: Love”. Realizado por Ulrich Seidl.
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Em inglês “Paradise: Faith”. Realizado por Ulrich Seidl.
☆ ☆ ☆ ½
Os filmes austríacos têm uma qualidade — que para mim é um defeito —, que é conseguirem mostrar a realidade ainda pior do que a imaginamos. Muito pior. De Ulrich Seidl sou capaz de ter terminado; filmes dos outros austríacos também (Haneke, têm de me cobrir de ouro para voltar a ver um filme dele), só se for algo mesmo fora de série. Vi a trilogia por ordem, mas não há realmente uma ordem, se tivesse visto noutra, a classificação de cada um mudaria — mantendo-se o gostar mais do primeiro do que do último. Em inglês “Paradise: Hope”. Realizado por Ulrich Seidl.
☆ ☆ ☆
Não é um filme fácil, o actor (Melvil Poupaud) foi bem escolhido para um personagem particularmente repelente — e para mim, muito antes de se tornar realmente repelente no ecrã. Nunca deixa de me pasmar a quantidade de mulheres que gosta de homens peganhentos e narcisistas. E também aquela habilidade especial de se corrigir um erro com outro, ou uma série deles. Em português “Só Nós Dois”. Realizado por Valérie Donzelli.
☆ ☆ ☆ ☆
Uma mulher aparentemente mestre em economia, trabalha como camareira chefe num hotel de cinco estrelas, vê-la a correr de um lado para o outro em dias de greve dos transportes, com uma horrível música de fundo, não chega para fazer um bom filme. Mãe sozinha um dos grandes temas do cinema contemporâneo, para não variar muito, cheia dificuldades económicas, não deixa de gastar dinheiro em coisas supérfulas — como um trampolim para o filho pelo aniversário onde o miúdo (spoilers) acaba por partir o braço. Eu sei que muita gente se identifica com estas situações, mas francamente, é um filme fraquinho. Em português “A Tempo Inteiro”. Realizado por Eric Gravel.
☆ ☆ ½
Um filme super-estranho, até pouco convencional, mas gostei. E não é todos os dias que vejo um filme passado na Macedónia. Não conhecia o realizador que aparentemente tem “uma das melhores estreias da história do cinema” com Before the Rain (Pred Dozhdot, não tem título em português), que irei ver a seguir. Realizado por Milcho Manchevski.
☆ ☆ ☆ ☆
Começo a achar que a Macedónia é um país encantador… (Nem por isso.) Este é o primeiro filme de Milcho Manchevski, considerado pela crítica um dos primeiros melhores filmes de sempre. E tem bons pormenores, designadamente o círculo completo da história — nesse sentido, o título é excelente e não vou revelar porquê. Mas nunca gosto muito de filmes que mostram crueldade com animais, simulada ou real. Em inglês “Before the Rain”. Realizado por Milcho Manchevski.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “A Substância”. Realizado por Coralie Fargeat.
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Em português “O Paciente Inglês”. Realizado por Anthony Minghella.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “O Leopardo”. Realizado por Luchino Visconti.
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Realizado por Roger Vadim.
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Em português “Na Fronteira”. Realizado por Ali Abbasi.
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Em português “A Queda de Wall Street”. Realizado por Adam McKay.
☆ ☆ ☆ ½
Criado por Ori Elon e Yehonatan Indursky. Esta série é comovente de simplicidade. É uma pena um conflito qualquer ter impedido a terceira época.
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Criado por Damon Lindelof. Meh.
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Criado por Micah Bloomberg, Eli Horowitze e Sam Esmail. Tem alguns méritos, mas não chegam. Nem imagino o que terá levado a uma segunda época.
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Criado por Anna Winger. Mais uma visão da vida dos judeus ortodoxos, desta vez de Nova Iorque. A actriz principal Shira Haas participa também na série Shtisel.
☆ ☆ ☆ ½
Criado por David E. Kelley. Apesar de existir um enredo aparentemente principal, o melhor desta série é o intricado dos relacionamentos. Também tem a Meryl Streep num papel perturbador. E além do final, demasiado americano, é pena a Nicole Kidman, completamente estragada e sem expressões. Não entendo estas plásticas desastrosas, é como se não tivessem espelhos em casa.
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—Quiba, quando vais entender?
—Tudo é vida. Tudo é vida e o que fazemos com ela!
Décimo segundo episódio da segunda temporada de Shtisel.