
— Why do you do it then?

— Because it makes me feel less alone.
Zoe de Drake Doremus.

— Why do you do it then?

— Because it makes me feel less alone.
Zoe de Drake Doremus.

LP 33RPM branco, Dead Oceans 2018, DOC137
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Grande sonido.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Acho a capa fraca e pior, a prensagem é ruidosa, numa ou outra música até bastante intragável.
☆ ☆ ☆
Grande disco.
Criado por Daniel Abraham, Mark Fergus e Ty Franck.
☆ ☆ ☆ ☆
Avancei a quarta temporada porque a vi há pouco tempo. Esta piorou bastante. Criado por Daniel Abraham, Mark Fergus e Ty Franck.
☆ ☆ ☆ ½
Como é que algo tão bem feito pode ser tão fraco? Bom para ver com os filhos. Criado por Jac Schaeffer.
☆ ☆
Uma Europa em colapso devido a um acontecimento misterioso, uma Europa tornada tribal com muito de Mad Max, mas nada de especial. Criado por Philip Koch.
☆ ☆ ☆
Apesar de ter sido um acontecimento distante, está na memória de todos, mas não desta forma. Visto por dentro, com detalhes inimagináveis, que apesar de poderem ser ficcionados, têm imensa credibilidade — com algum exagero aqui e ali, designadamente no trato entre alguns dos intervenientes e as autoridades. É bom recordar porque somos contra a energia nuclear e contra os regimes comunistas… A recriação da época e do regime está incrível. Criado por Craig Mazin.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
John le Carré, que faz uma breve aparição no quarto episódio, queria que Stanley Kubrick adaptasse o seu livro homónimo para o cinema. De uma carta de Kubrick para Carré em 1992 (Twitter):
Unhappily, the problem is still pretty much as I fumbled and bumbled it out to you on the phone yesterday. Essentially: how do you tell a story it took the author 165,000 (my guess) good and necessary words to tell, with 12,000 words (about the number of words you get to say in a two hour movie, based on 150wpm speaking rate, less 30% silence and action) without flattening everybody into gingerbread men?
Esta série criada por David Farr, faz justiça ao livro em cerca de seis horas.
☆ ☆ ☆ ☆
Talvez influenciado pelo livro “Defesa de John Brown” de Henry David Thoreau, resolvi ver esta série à espera de algo vagamente histórico. Mas não, é tudo uma farsa em tom de farsa. Criado por Ethan Hawke.
☆ ☆
Criado por Alec Berg e Bill Hader.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Passada a surpresa inicial, é uma sucessão de episódios cada vez mais idiotas. Criado por Alec Berg e Bill Hader.
☆ ☆ ☆ ½
Uma mulher morre e regressa ao ponto de partida (onde já terei visto isso?) — uma casa de banho sobre a qual a dona da casa pergunta se é “suficientemente vaginal” e seja lá o que isso for, é uma amostra das aprofundadas conversas a que se assiste no meio artsy fartsy feminista onde decorre a coisa. Não morre apenas uma vez e regressa, a série é toda assim, infelizmente a criatura faz parte daquele mundo que realmente podia morrer e regressar 1.600.000 vezes que não aprenderia nada. E eu também não aprendi. Criado por Leslye Headland, Natasha Lyonne e Amy Poehler.
☆
Dizia Einstein que o passado, presente e futuro não passam de uma ilusão persistente. Esta série faz uso desse conceito de forma brilhante, avançando e recuando décadas sem nunca perder o ritmo. Criado por Nic Pizzolatto.
☆ ☆ ☆ ☆

— I’m playing a dead body on that show.

— Next time, I’m gonna play somebody who’s alive.
Primeiro episódio da primeira temporada de Barry.