
— How have you been? I left you messages.

— I know. I received them.
Hot Milk (2025), realizado por Rebecca Lenkiewicz.
— How have you been? I left you messages.
— I know. I received them.
Hot Milk (2025), realizado por Rebecca Lenkiewicz.
Hot Milk (2025), realizado por Rebecca Lenkiewicz.
Nada estava a tocar.
Depois do salto (clicar na imagem).
Li recentemente o artigo The Analog Life: 50 Ways to Unplug and Feel Human Again, no site InsideHook e levanta algumas questões interessantes. Tudo somado, acho que não estou muito mal, no grande esquema das coisas. O que gostaria de melhorar, depende muito de outras pessoas que na esmagadora maioria ou não querem, ou não podem, porque não têm a liberdade que eu tenho (de tempo e mais).
Leio sempre antes de adormecer, gostava que fossem exclusivamente romances/livros de ficção, mas acabo por ler outros tipos de livros — desde técnicos a científicos.
Sempre. E o almoço em grande parte também. Agora menos, porque os dois filhos estão a estudar na Alemanha.
Sempre. Bebo um café depois do almoço e outro depois do jantar. Além disso, bebo imenso chá, sempre em paz e sossego.
De forma nenhuma, são pasquins sem qualquer credibilidade. Algumas excepções perdem-se no meio do lixo que é hoje o jornalismo. Na verdade, nem existe verdadeiro jornalismo, a profissão confunde-se actualmente com a de estenógrafo.
Não.
Sou mais de jantar walks — saio todos os dias com os cães, há décadas.
Cada vez menos, fico sempre com a sensação que sou sempre eu (e sou mesmo).
Muitas vezes, mas a maior parte delas sozinho (não sei se conta).
Sim e de vez em quando compro um, mas em vez de ser atraído pelas receitas, sou atraído pela beleza do livro.
Vou tentar.
Apaguei algumas, outras estão mais próximas de desaparecer a cada dia que passa — as da empresa Meta, liquidá-las — é uma obrigação de qualquer pessoa. As chamadas “redes sociais” nunca me trouxeram nada que não passasse de dissabores. Absolutamente ninguém subiu na minha consideração numa rede social.
Não e seria fútil, pois da mesma forma seriam desbloqueados. Nada se compara à força de vontade e estar ocupado a fazer coisas.
Não. Mas utilizo cada vez menos apps.
Não. É o mesmo que bloquear sites.
Não, mas cada vez menos mensagens de interesse chegam ao fim-de-semana e à semana também.
Sim.
Tenho a minha primeira câmara, uma Pentax P-30, mas não a utilizo. A minha filha comprou um rolo recentemente. As outras câmaras foram todas roubadas, sobrou uma Fuji X-100.
Não ouço rádio.
A reMarkable interessou-me.
Não.
Não. O iPhone está completamente inoperante durante as horas de sono, excepto para pessoas que possam precisar de alguma coisa em alguma emergência. Para alarme, serve.
Não, mas entendo. Os únicos livros que gosto digitalmente são os livros técnicos e manuais.
Não. Há muitos “get” nesta lista, eu tenho como objectivo “get less”.
Não.
Não.
Não.
Tenho vários blogues.
Concordo e devia tentar, resta saber a quem.
Também concordo.
Faço isso.
Não me parece.
Nunca nenhum que me aceitasse como sócio.
Impossível, se o evento for social, passado meia hora — no máximo uma hora —, estou pronto para ir para casa.
Não vejo nada a que queira ir.
Às vezes, cada vez menos. Mesmo que o objectivo nunca seja ser igualmente convidado (e passada meia hora estar pronto para ir para casa), é impossível não reparar que não existe reciprocidade e são sempre os mesmos a organizar jantares.
Vou pensar no assunto.
Nesta fase, teria de ter ficado tolo e estaria certamente de pés para a cova.
Não. Como costuma dizer uma prima — sou pau para toda a colher, já chega de voluntariado, só para familiares e amigos.
Não há ninguém disponível nunca, até me ter cansado de convidar.
Cada vez menos. Um dia ia tratar de um assunto a 50 metros da casa de uma amiga e como estacionei mesmo em frente e estava lá o carro dela, resolvi tocar à campainha. Para tornar curta uma história longa, a coisa foi de tal forma bizarra que deu em divórcio (o maior favor que lhe fiz na vida), mas depois, aparentemente acusada de adultério, começou a não querer ser vista comigo nem morta, portanto, não a vejo há anos. Acabei por concluir que mais do que estarem bem um para o outro, mereciam-se um ao outro. Aquele divórcio foi uma pena, um adeus murmurado (ou berrado) entre os escombros do amor…
Raramente viajo, mas sim, faço sempre isso.
Também faço isso e adoro ir a sítios onde conheço alguém que lá viva há anos.
Sim, sou um sucker para tudo que tenha formato livro.
Sim, resta saber a quem. E já não tenho lista de endereços de ninguém.
Todos os dias.
Um dia coloquei o iPhone a monitorar o sono, só voltei a dormir bem quando apaguei essa aplicação.
Que workouts? Os meus workouts chamam-se fazer coisas.
Sempre.
Sim, muitas vezes.
Raramente olho e quando olhava ficava todo satisfeito porque a única rede social que aparecia era o Instagram e meia-dúzia de minutos por semana.
Depois do salto (clicar na imagem).