
— Feel sorry for me. It’s fine.
Quinto episódio da segunda temporada de Peaky Blinders (2014).

— Feel sorry for me. It’s fine.
Quinto episódio da segunda temporada de Peaky Blinders (2014).

— Can I see you again?
Quinto episódio da segunda temporada de Peaky Blinders (2014).
Em parte a partir dos livros de George R. R. Martin. Criado por David Benioff e D.B. Weiss.
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Criado por David Benioff e D.B. Weiss.
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Criado por David Benioff e D.B. Weiss.
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Criado por David Benioff e D.B. Weiss.
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Criado por David Benioff e D.B. Weiss.
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Criado por David Benioff e D.B. Weiss.
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Criado por David Benioff e D.B. Weiss.
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A partir de certa altura, acabaram os livros, os argumentistas ficaram sem material e o próprio George R. R. Martin aparentemente deixou de estar envolvido. Toda a gente se queixa que a qualidade decaiu, que é fraco, etc, etc. Mas a verdade é que todo o ambiente e personagens se mantiveram bastante fiéis ao espírito dos livros e das primeiras temporadas — com alguma excepção no sexo sem sentido ou simplesmente depravado, que era metido plano sim, plano não, em todos os episódios. Dito isto, pouco se passa de interesse nesta temporada de encerramento e o que se passa, francamente, podia passar-se em metade do tempo. Criado por David Benioff e D.B. Weiss.
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Criado por Thomas Hess, Adrian Illien e Michael Sauter.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Maldita Mulher”. Realizado por John Cromwell.
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Em português “O Crime Não Compensa”. Realizado por Nicholas Ray.
☆ ☆ ☆ ½
Uma espécie de homenagem aos colaboradores afegãos, que depois de ajudarem os americanos durante 20 anos, foram ignobilmente traídos e deixados para trás na vigencia de sleepy Joe, certamente um dos piores presidentes norte-americanos de sempre. É difícil imaginar algo mais indigno do que a retirada do Afeganistão, até os cães deixaram para trás. Realizado por Guy Ritchie.
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Em português “A Noite dos Generais”. Realizado por Anatole Litvak.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Água Quente Sob Uma Ponte Vermelha”. Realizado por Shohei Imamura.
☆ ☆ ☆ ½
Se gostasse de musicais e sem homossexualidade que nada acrescenta (pelo contrário), ainda teria gostado mais. Em português “As Canções de Amor”. Realizado por Christophe Honoré.
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Em português “A Fuga do Capitão Volkonogov”. Realizado por Natasha Merkulova e Aleksey Chupov.
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Só posso dizer que, por vários motivos, estava à espera de ter gostado. Em português “O Que Vemos Quando Olhamos Para o Céu”. Realizado por Aleksandre Koberidze.
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Faz parte de um conjunto de filmes que quero rever e que de alguma forma marcaram épocas da minha vida, uma em particular — quando os vi, não o que lá é retratado —, ter ido ao cinema, ter podido falar do que se viu, por vezes animadamente, noites que me pareceram bem passadas… Filmes que gostei imenso e que revendo tenho a certeza que descubro mais detalhes e pormenores que me terão escapado a primeira vez. Deste gosto mesmo muito e gostei de rever. Realizado por Mia Hansen-Løve.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Muito atempado, agora que estamos mais próximos de uma guerra nuclear do que no tempo da guerra fria. A maior parte das pessoas não se apercebe disso e muito menos onde está o inimigo. Mas como filme, meh. Realizado por Christopher Nolan.
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São ideias saídas directamente do inferno. Realizado por Yorgos Lanthimos.
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— Que se passa contigo?
— Estou sempre a pensar no Cyril.

— Mas ele não estava sempre a pensar em ti.
Eden (2014) de Mia Hansen-Løve.