Hoje em dia já ninguém lá vai, aquilo está cheio de gente

Artigos etiquetados “2022

Cinema em Agosto

Publicado em 31/08/2024

Plein Soleil (1960) (72)

Em português “À Luz do Sol”. Realizado por René Clément.
☆ ☆ ☆ ☆

Desert Fury (1947) (73)

Em português “A Filha do Pecado”. Realizado por Lewis Allen.
☆ ☆ ☆ ☆

Female on the Beach (1955) (74)

Em português “A Casa da Praia”. Realizado por Joseph Pevney.
☆ ☆ ☆ ½

His Kind of Woman (1951) (75)

Em português “Redenção”. Realizado por John Farrow e Richard Fleischer.
☆ ☆ ☆ ☆

Dangerous Crossing (1953) (76)

Em português “Camarote B-18”. Realizado por Joseph M. Newman.
☆ ☆ ☆ ☆ ½

The Last of Sheila (1973) (77)

Em português “A Charada da Morte”. Realizado por Herbert Ross.
☆ ☆ ☆ ☆

À Bout de Souffle (1960) (78)

Dizem que é o primeiro filme da Nouvelle Vague, mas o primeiro foi anos antes com Le Beau Serge (1958) de Claude Chabrol. Truffaut vai mais atrás, ao filme americano Little Fugitive (1953) realizado por Ruth Orkin, Ray Ashley e Morris Engel, como sendo o responsável pela nova vaga francesa. Apesar de ser um filme importante e de culto para muito boa gente, para mim, não chega às quatro estrelas. Em português “O Acossado”. Realizado por Jean-Luc Godard.
☆ ☆ ☆ ½

Brighton Rock (1948) (79)

Em português “Morte em Brighton”. Realizado por John Boulting.
☆ ☆ ½

Kansas City Confidential (1952) (80)

Em português “O Segredo dos Quatro”. Realizado por Phil Karlson.
☆ ☆ ☆ ☆

Adam (2019) (81)

Realizado por Maryam Touzani.
☆ ☆ ☆ ☆

Ohayô (1959) (82)

A tradução apresentada pelo Filmin, mais uma vez, parece ser do mais básico que pode existir — entreguem isso à “inteligência artificial”, ficaria infinitamente melhor. Talvez por isso, gostei menos do que previsto. Em português “Bom Dia”. Realizado por Yasujirô Ozu.
☆ ☆ ☆ ½

The Notebook (2004) (83)

Em português “O Diário da Nossa Paixão”. Realizado por Nick Cassavetes.
☆ ☆ ☆ ½

Mikey and Nicky (1976) (84)

Em português “Jogo Mortal”. Realizado por Elaine May.
☆ ☆ ☆

Yu Jian Ni (2022) (85)

Este filme apesar de ter ecos do cinema americano, acaba por ser diferente do habitual. Se fosse mais uma comédia romântica de Hollywood, levava uma estrela. Mas, gostei de ver a China de hoje, além de ter alguns muito bons momentos. E acaba de uma forma que um filme americano habitualmente evita. Em inglês “Almost Love”. Realizado por Luo Luo.
☆ ☆ ☆

Cinema em Julho

Publicado em 31/07/2024

La Bête (2023) (62)

Em português “A Besta”. Realizado por Bertrand Bonello.
☆ ☆ ☆

L’été Dernier (2023) (63)

Realizado por Catherine Breillat.
☆ ☆ ☆ ☆

Molly’s Game (2017) (64)

Em português “Jogo da Alta-Roda”. Realizado por Aaron Sorkin.
☆ ☆ ☆ ½

Vanskabte Land (2022) (65)

Em português “Terra de Deus”. Realizado por Hlynur Pálmason.
☆ ☆ ☆ ½

La Passion de Dodin Bouffant (2023) (66)

É um filme agradável, daqueles que embora ficcionais imprimem às personagens uma credibilidade que as faz reais, muito bem filmado e com uma fotografia excelente, tirando partido (aparentemente) de horas de filmagem e de luz ideais, mas acaba por não chegar realmente a nenhum lado. Em português “O Sabor da Vida”. Realizado por Anh Hung Tran.
☆ ☆ ☆ ½

Sunshine (2007) (67)

Em português “Missão Solar”. Realizado por Danny Boyle.
☆ ☆ ☆

Mishehu Yohav Mishehu (2007) (68)

Em português “Alguém Vai Amar Alguém”. Realizado por Hadas Ben Aroya.
☆ ☆

Furiosa: A Mad Max Saga (2024) (69)

Dentro do esperado, para o género, é bom. Em português “Furiosa: Uma Saga Mad Max”. Realizado por George Miller.
☆ ☆ ☆ ☆

La Piscine (1969) (70)

Já não há filmes assim. Em português “A Piscina”. Realizado por Jacques Deray.
☆ ☆ ☆ ☆

Zola (2020) (71)

Realizado por Janicza Bravo.
☆ ½

Cinema em Junho

Publicado em 29/06/2024

How to Have Sex (2023) (53)

É uma história que acontece todos os dias, está a acontecer neste momento, uma “primeira vez” memorável, com o indivíduo mais imprestável que aparece à frente. Para filme, é pouco, mas o Reino Unido, entre a emigração e nativos deste calibre, tem o futuro assegurado e é brilhante. Em português “How to Have Sex – A Primeira Vez”. Realizado por Molly Manning Walker.
☆ ☆ ☆

The Big Combo (1955) (54)

Costumo gostar imenso de “film noir”, mas este parece-me bastante fraco. Em português “Rajada de Morte”. Realizado por Joseph H. Lewis.
☆ ☆ ☆

Fort Apache the Bronx (1981) (55)

Além de Paul Newman, tem a fenomenal Pam Grier num papel super secundário. Realizado por Daniel Petrie.
☆ ☆ ☆ ½

L’ultima notte di Amore (2023) (56)

Em português “A Última Noite em Milão”. Realizado por Andrea Di Stefano.
☆ ☆ ☆ ½

The Long, Hot Summer (1958) (57)

Em português “Paixões Que Escaldam”. Realizado por Martin Ritt.
☆ ☆ ☆ ☆

Cat on a Hot Tin Roof (1958) (58)

Em português “Gata em Telhado de Zinco Quente”. Realizado por Richard Brooks.
☆ ☆ ☆ ☆

Kitoboy (2020) (59)

Em português “Kitoboy – O Salto do Baleeiro”. Realizado por Philipp Yuryev.
☆ ☆ ☆ ½

La Nuit du 12 (2022) (60)

Em português “A Noite do Dia 12”. Realizado por Dominik Moll.
☆ ☆ ☆ ½

Io Capitano (2023) (61)

Filme extraordinário que certamente irá despertar sentimentos e opiniões contraditórias, designadamente a minha, em contradição com quem defende a invasão da Europa por migrantes de todo o lado e anda sempre em luta, contra tudo o que é europeu e civilizacionalmente nosso — e o que é nosso é praticamente desde a roda (passe o exagero) aos medicamentos modernos. Quem quer lutar, tem neste filme muitas sugestões para a luta, em África, designadamente as razões que fazem as pessoas querer sair de lá, dos lugares onde nasceram, onde têm as suas raízes, família e tudo o que conhecem. E se não gostarem, podem ainda lutar contra os traficantes de seres humanos, a corrupção omnipresente, os esclavagistas (literalmente, há mais hoje do que no “tempo da escravatura”), a tortura, a violência sem quartel, a discriminação, o racismo, a falta de cuidados de saúde… Enfim, não falta luta. Mas as “causas” na Europa e no Ocidente em geral, não comportam qualquer risco, portanto lutam de forma empaticamente suicida, pela destruição das nossas instituições — que demoraram séculos a construir — e que em última análise é aquilo que atrai os migrantes — se a Europa fosse o far west, sem rei nem roque, se calhar não vinham. A banda sonora, com música da zona do Senegal e do Mali, é outro triunfo. É um filme que vale a pena ver. Em português “Eu Capitão”. Realizado por Matteo Garrone.
☆ ☆ ☆ ☆ ½