
— Uma mulher?

— Deve estar desesperada.
Kuolleet Lehdet (2023), realizado por Aki Kaurismäki.

— Uma mulher?

— Deve estar desesperada.
Kuolleet Lehdet (2023), realizado por Aki Kaurismäki.
Em português “Um Amor na Escócia”. Realizado por Bouli Lanners.
☆ ☆ ☆ ☆
Dou 1,5 só para assinalar que este lixómetro nem a duas estrelas chega e adoro o título em português que por um lado não quer dizer nada e por outro revelaria parte da história (se existisse). Em português “Sete Estranhos no El Royale”. Realizado por Drew Goddard.
☆ ½
Em português “Broker – Intermediários”. Realizado por Hirokazu Kore-eda.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Caçadores de Recompensas”. Realizado por Walter Hill.
☆ ☆ ☆
A protagonista principal tem algo de obnóxio que não deixa lugar para grande empatia pelo facto de ter sido adoptada por um casal francês e andar à procura dos seus pais biológicos na Coreia-do-Sul. Acabei por ter dificuldades em perceber se era só o papel ou se também a actriz (Park Ji-min)… A certa altura a sua amiga coreana tem de lhe dizer o que já toda a gente tinha visto — És uma pessoa muito triste. Em português “Regresso a Seul”. Realizado por Davy Chou.
☆ ☆ ☆ ☆
Demorou até meio do filme para arranjar um argumento e um guião. Em português “Querido Diário”. Realizado por Nanni Moretti.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Quarto 212”. Realizado por Christophe Honoré.
☆ ☆ ☆ ½
A partir de certa altura tornou-se completamente inverosímil, para não dizer uma patetice. Uma canalha tão grande que nem da máfia russa tem medo? De resto, não tenho dúvidas que é mais uma realidade e conquista do mundo moderno, gente a explorar velhos que não têm quem cuide deles ou para onde ir, ou como este filme implica, que até têm mas o estado e o seu sistema é que sabem o que é bom para eles. Tudo pelo bem deles. Em português “Tudo Pelo Vosso Bem”. Realizado por J Blakeson.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Só ao Meu Desejo”. Realizado por Lucie Borleteau.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Cão Danado”. Realizado por Jean-Baptiste Durand.
☆ ☆ ☆ ☆
Estes três filmes fazem parte de uma coisa chamada “My French Film Festival” do Filmin e não ia eu inventar este título em inglês para a promoção da cultura francesa. O Filmin parece que vive do dinheiro dos contribuintes europeus e o melhor que conseguem são estes filmes franceses com legendas em brasileiro. Depois do chamado “acordo ortográfico”, toda a gente tem a perfeita noção do que vale a nossa língua, incluindo a esmagadora maioria que se está a borrifar e foi a correr adoptar a enormidade. Que a decadência europeia e portuguesa é imparável, não há a mais pequena dúvida, escusava era de ser tão rápida. Realizado por Jeanne Aslan e Paul Saintillan.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Aos Nossos Amores”. Realizado por Maurice Pialat.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “Vida Íntima de Um Casal” (já não se dão títulos em português como antigamente, aliás, já não se faz nada em português como antigamente). Realizado por Maurice Pialat.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Quando o Amor Acaba”. Realizado por Maurice Pialat.
☆ ☆ ☆ ☆
Realizado por Maurice Pialat.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “Primeiro Passa no Exame”. Realizado por Maurice Pialat.
☆ ☆ ☆ ☆
Realizado por Maurice Pialat.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “Coisas de Homens”. Realizado por Lucas Belvaux.
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1972, 1974, 1978, 1980, 1983, 1991, 1993, 2018, 2019, 2020, 2021, 2022, 2023, bouli lanners, christophe honoré, cinema 2024, davy chou, drew goddard, hirokazu kore-eda, j blakeson, jean-baptiste durand, jeanne aslan, lucas belvaux, lucie borleteau, maurice pialat, nanni moretti, paul saintillan, walter hill
Estava tudo a correr maravilhosamente até que na dramática chegada do exército pelo meio da neve, um carro — eventualmente um Ford — surge ao fundo e estaciona. Realizado por John Ford.
☆ ☆ ☆ ½
Realizado por Ulrich Seidl.
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Realizado por Mareille Klein.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Os Excluídos”. Realizado por Alexander Payne.
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Em português “O Material Emotivo”. Realizado por Sergio Castellitto.
☆ ☆ ☆ ½
Já não terei visto este filme nas suas enésimas versões várias vezes? Fiquei com a sensação que sim. Em português “O Assassino”. Realizado por David Fincher.
☆ ☆ ☆ ½
Há algo de insatisfatório neste filme que acaba por não ir realmente a lado nenhum. Quando se descobre o passado do jardineiro, poderia pensar-se que algo daí iria reaparecer, ou que pelo menos em termos psicológicos tudo fosse mais complexo. Mas não. Era uma pessoa, agora é outra, um jardineiro. E ela, também é outra. E aparentemente, tudo aquilo que têm em comum, é serem outros, já não são aquilo que eram. E é tudo. Realizado por Paul Schrader.
☆ ☆ ☆ ½
Pareceu-me inacreditável que no fim, o polícia que, induzido pela mãe de acolhimento de Marie, cometeu um erro indesculpável, tenha sido grelhado sozinho pela própria vítima, embora tenha também sido uma demonstração em termos do seu próprio carácter não ter arranjado desculpas ou acusado terceiros. Mas essa mãe de acolhimento (a outra menos e num sentido mais positivo), que tanto protagonismo teve de início, desvanece-se pura e simplesmente nos últimos episódios. Criado por Susannah Grant, Michael Chabon, Ayelet Waldman.
☆ ☆ ☆ ☆
Outra mini-série baseada em “eventos reais” e não é má, apesar de se esforçar demasiado na banda sonora que nunca me pareceu realmente integrada no espírito das imagens. Criado por David E. Kelley.
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Baseada no livro de John Le Carré. Realizado por Park Chan-wook.
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Criado por Antonio Campos.
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There’s No Story 1.
Soo Burnell, fotógrafa que cresceu em Edimburgo, a capital da Escócia, é mais uma que reputo de original, com as suas capturas surrealmente encenadas e cuidadosamente reproduzidas. Esta série de Cinema é magnífica, mas ainda gostei mais da Poolside, que me fez olhar outra vez para outra fotógrafa que publique aqui há uns tempos.