Depois do salto (clicar na imagem).
Depois do salto (clicar na imagem).
Criado por Joe Swanberg.
☆ ☆
Custou-me a entrar nesta temporada, não gosto de ver séries sem estarem completas, demoro a lembrar-me dos personagens (e tem imensos) e onde fiquei. Quando uma série é “épica” até costumo rever as temporadas anteriores, mas conforme a idade vai avançando isso começa a ser um preço demasiado alto. Esta temporada parece ainda mais uma montagem de uma sequência de cenas diversas, ora aqui, ora ali, dando ideia que anda por todo o lado, muitas vezes sem se perceber muito bem porquê. Também exagera na permanente auto-redenção, parece que andam todos em busca de ser salvos (será que já ouviram falar de Jesus Cristo?). Mas onde de facto se excede é que há uma enormidade de cenas perfeitas, em tudo, do diálogo, à iluminação. A música também é perfeita. Mas os actores, são um achado inacreditável. São do outro mundo. Criado por Christopher Storer.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Já há muito tempo que não via uma série de jeito da Netflix. Criado por Scott Frank e Chandni Lakhani.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Série magníficamente ficcionada sobre o nascimento, produção e filmagem do filme The Godfather de Francis Ford Coppola. Criado por Leslie Greif e Michael Tolkin.
☆ ☆ ☆ ☆ ½



— Yeah, sometimes it’s better to give the cage a good rattle to see how the tiger responds when it wakes up.

— This is how many animal trainers have lost their arm.
Sexto episódio da primeira temporada de Dept. Q, criado por Scott Frank e Chandni Lakhani.