(…)
Another year upon the back
Bygone ghosts upon the shoulders
What could have been, what will become
The bested bones, the vested hopes
(…)
Depois do salto (clicar na imagem).
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Another year upon the back
Bygone ghosts upon the shoulders
What could have been, what will become
The bested bones, the vested hopes
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Depois do salto (clicar na imagem).
O que eu gostei desta série… É sobre encontros, desencontros, a dificuldade em em comunicar, em ler o outro, em percebê-lo. A felicidade e principalmente, a infelicidade. A impossibilidade de evitar cometer os erros nos momentos cruciais. É sobre as prioridades do mundo de hoje, com as quais mesmo duas mentes brilhantes têm imensa dificuldade em lidar. A inversão de valores, ou pelo menos a alteração da sua ordem. É sobre a amizade incondicional — muito mais que o amor —, que une duas pessoas.
Tem sequências de uma intensidade que raramente vi. Daisy Edgar-Jones e Paul Mescal, que actuação extraordinária. Bravo.
☆ ☆ ☆ ☆ ☆

Normal People.
Há algo de agradável nesta série, mais uma que retrata uma época que nunca foi a minha, de relações fugazes e em bom rigor sem grande sentido. Com excepção das três personagens principais, as outras são tratadas com grande superficialidade, razão pela qual é necessário ter algum cuidado com as grandes tiradas filosóficas que dali advêm, porque na verdade, é gente que não chega sequer a conhecer-se, quanto mais a ter algum módico de intimidade. Mas está bem escrita e a banda sonora acompanha maravilhosamente. O actor principal é o músico Johnny Flynn. Criado por Tom Edge.
☆ ☆ ☆ ☆
As personagens principais são simpáticas, mesmo o questionável Luke acaba por não ser má pessoa e tem alguns momentos com grande piada. Uma série com alguém chamado Angus (um dos secundários recorrentes) tem necessariamente que ser boa. Criado por Tom Edge.
☆ ☆ ☆ ☆
Decaiu, só a música se manteve em bom nível. Parece que os actores envelheceram de repente, muito mais do que amadureceram no papel. Criado por Tom Edge.
☆ ☆ ☆ ½
Série muito boa com uma excelente Jessica Biel, que também é a produtora. Bill Pullman que já não me lembrava que existia desde que entrou em “The Lost Highway” de Lynch (ou no esquecível “Independence Day”), está incrivelmente bem. Criado por Derek Simonds.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Não me lembro de outra série que viva tanto de regressos ao passado que eu tenha gostado tanto. Normalmente tenho os flashbacks como uma habilidade para resolver coisas que já não fazem sentido, ou para mudar o curso da narrativa sem grande trabalho. Aqui não. Bill Pullman, muito provavelmente, no papel da vida dele. Criado por Derek Simonds.
☆ ☆ ☆ ☆
A solidão é um tema recorrente e Amy Jellicoe (Laura Dern) apesar de bonita e com uma personalidade algo exuberante (e também auto-destrutiva), vive uma vida de sonhos e correspondentes frustrações. Ou, talvez, seja apenas a dificuldade em ser-se bom, num Mundo que não é lá muito bom. Contraditoriamente também não deixa de ser verdade que, como lhe berra o CEO da Abaddonn, Amy é também um caso mental, que sente tudo e não pensa nada. Criado por Laura Dern e Mike White.
☆ ☆ ☆ ☆

—We can. And we will. But there is a cost to it.
Quarto episódio da terceira temporada de Lovesick.
Criado por Ori Elon e Yehonatan Indursky. Esta série é comovente de simplicidade. É uma pena um conflito qualquer ter impedido a terceira época.
☆ ☆ ☆ ☆ ☆
Criado por Damon Lindelof. Meh.
☆ ☆ ☆
Criado por Micah Bloomberg, Eli Horowitze e Sam Esmail. Tem alguns méritos, mas não chegam. Nem imagino o que terá levado a uma segunda época.
☆ ☆ ☆
Criado por Anna Winger. Mais uma visão da vida dos judeus ortodoxos, desta vez de Nova Iorque. A actriz principal Shira Haas participa também na série Shtisel.
☆ ☆ ☆ ½
Criado por David E. Kelley. Apesar de existir um enredo aparentemente principal, o melhor desta série é o intricado dos relacionamentos. Também tem a Meryl Streep num papel perturbador. E além do final, demasiado americano, é pena a Nicole Kidman, completamente estragada e sem expressões. Não entendo estas plásticas desastrosas, é como se não tivessem espelhos em casa.
☆ ☆ ☆ ☆

—I can just see my whole life. It’s phony and fake. And every word that I say, every second…

—I don’t know, but if it’s… that is a lie, then where’s the other one, the real one?

—The real what?

—Me.
Sexto episódio da primeira temporada de Homecoming.