
— Muita gente deixou passar a oportunidade de não dizer nada… e perdeu muito com isso.
The Quiet Girl (2022), realizado por Colm Bairéad.

— Muita gente deixou passar a oportunidade de não dizer nada… e perdeu muito com isso.
The Quiet Girl (2022), realizado por Colm Bairéad.
Em português “Crepúsculo em Tóquio”. Realizado por Yasujirô Ozu.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Revi antes de ir ver a segunda parte. E voltei a gostar. Realizado por Denis Villeneuve.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Realizado por Guy Davies.
☆ ☆ ☆ ½
Inacreditavelmente bom, este Yorgos Lanthimos nunca falha em surpreender, mas desta vez é o seu melhor filme, sem qualquer dúvida. Realizado por Yorgos Lanthimos.
☆ ☆ ☆ ☆ ☆
Em português “A Favorita”. Realizado por Yorgos Lanthimos.
☆ ☆ ☆ ½
Acho que é pior que o primeiro, mas o ambiente continua óptimo. Realizado por Denis Villeneuve.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “Anatomia de Uma Queda”. Realizado por Justine Triet.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “Miss Sloane – Uma Mulher de Armas” (já tinha saudades de um título destes). Realizado por John Madden.
☆ ☆ ☆ ☆
Apesar de ter gostado do filme, tem um tom que eu não gosto muito, um narrador que se calhar dispensava. Em português “As Oito Montanhas”. Realizado por Felix van Groeningen e Charlotte Vandermeersch.
☆ ☆ ☆ ☆
Revi e voltei a gostar, mas a tradução (no Filmin) dá a nítida sensação de “lost in translation”, falam, falam, e o traduzido é extremamente pouco. Da primeira vez vi com legendas em inglês e lembrava-me de um diálogo perfeitamente, fui comparar e de facto a tradução do Filmin é poupadinha. É o último filme de Ozu. Em português “O Gosto do Saké”. Realizado por Yasujirô Ozu.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “Laranjas Sangrentas”. Realizado por Jean-Christophe Meurisse.
☆ ☆
Em português “Os Filhos dos Outros”. Realizado por Rébecca Zlotowski.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “O Pântano”. Realizado por Lucrecia Martel.
☆ ☆ ☆
Quase não se percebe porque é a segunda parte… Explica a decisão de Laura partir e desaparecer, mas com elementos quase (ou mesmo) de sobrenatural e mistério adicional que pouco ou nada acrescentam ao que foi o primeiro filme, muito melhor do que este. Realizado por Laura Citarella.
☆ ☆ ☆
Anunciado como comédia, drama, romance, é dos poucos onde a comédia faz não só imenso sentido, como me ri bastante. E a homossexualidade agora omnipresente em todos os filmes americanos, pode ter servido para o financiamento, mas faz parte da história de uma forma que raramente se vê. É um magnífico filme, mais um saído da banda desenhada — desta vez do livro homónimo de Adrian Tomine que também assina o argumento. Realizado por Randall Park.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Folhas Caídas”. Realizado por Aki Kaurismäki.
☆ ☆ ☆ ☆
Realizado por Elena Martín.
☆ ☆ ☆ ☆
Não é todos os dias que vejo um filme suíço… Encontro semelhanças com os filmes austríacos, há algo de malsão nesses países, de profundamente perturbador. Realizado por Carmen Jaquier.
☆ ☆ ☆ ☆
E não é todos os filmes que vejo um filme do Kosovo, falado em albanês, um idioma que concluí nunca ter ouvido antes. E gostei imenso. Em português “Colmeia”. Realizado por Blerta Basholli.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Ah, este sim e para primeiro filme… Mais uma realizadora a seguir. Em português “Vidas Passadas”. Realizado por Celine Song.
☆ ☆ ☆ ☆ ☆
Em português “Os Tempos Que Mudam”. Realizado por André Téchiné.
☆ ☆ ☆
Aquilo que parecia uma boa ideia, tornou-se num exemplo grotesco do que critica ou satiriza, numa espécie de psicologia inversa para totós. Realizado por Cord Jefferson.
☆ ☆
Realizado por Andrew Legge.
☆ ☆ ☆
Um filme feito de desconforto, do primeiro ao último minuto. Também inclui uma das piores cenas de sexo que me lembro de ter visto. Realizado por Todd Haynes.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “A Zona de Interesse”. Realizado por Jonathan Glazer.
☆ ☆ ☆
Por fim, não é todos os dias que vejo um filme da Tunísia. Um dia de trabalho, debaixo das figueiras, a apanhar figos, dito assim não parece nada de especial. Mais meia estrela pelo final. Em português “Debaixo das Figueiras”. Realizado por Erige Sehiri.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Um Amor na Escócia”. Realizado por Bouli Lanners.
☆ ☆ ☆ ☆
Dou 1,5 só para assinalar que este lixómetro nem a duas estrelas chega e adoro o título em português que por um lado não quer dizer nada e por outro revelaria parte da história (se existisse). Em português “Sete Estranhos no El Royale”. Realizado por Drew Goddard.
☆ ½
Em português “Broker – Intermediários”. Realizado por Hirokazu Kore-eda.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Caçadores de Recompensas”. Realizado por Walter Hill.
☆ ☆ ☆
A protagonista principal tem algo de obnóxio que não deixa lugar para grande empatia pelo facto de ter sido adoptada por um casal francês e andar à procura dos seus pais biológicos na Coreia-do-Sul. Acabei por ter dificuldades em perceber se era só o papel ou se também a actriz (Park Ji-min)… A certa altura a sua amiga coreana tem de lhe dizer o que já toda a gente tinha visto — És uma pessoa muito triste. Em português “Regresso a Seul”. Realizado por Davy Chou.
☆ ☆ ☆ ☆
Demorou até meio do filme para arranjar um argumento e um guião. Em português “Querido Diário”. Realizado por Nanni Moretti.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Quarto 212”. Realizado por Christophe Honoré.
☆ ☆ ☆ ½
A partir de certa altura tornou-se completamente inverosímil, para não dizer uma patetice. Uma canalha tão grande que nem da máfia russa tem medo? De resto, não tenho dúvidas que é mais uma realidade e conquista do mundo moderno, gente a explorar velhos que não têm quem cuide deles ou para onde ir, ou como este filme implica, que até têm mas o estado e o seu sistema é que sabem o que é bom para eles. Tudo pelo bem deles. Em português “Tudo Pelo Vosso Bem”. Realizado por J Blakeson.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Só ao Meu Desejo”. Realizado por Lucie Borleteau.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Cão Danado”. Realizado por Jean-Baptiste Durand.
☆ ☆ ☆ ☆
Estes três filmes fazem parte de uma coisa chamada “My French Film Festival” do Filmin e não ia eu inventar este título em inglês para a promoção da cultura francesa. O Filmin parece que vive do dinheiro dos contribuintes europeus e o melhor que conseguem são estes filmes franceses com legendas em brasileiro. Depois do chamado “acordo ortográfico”, toda a gente tem a perfeita noção do que vale a nossa língua, incluindo a esmagadora maioria que se está a borrifar e foi a correr adoptar a enormidade. Que a decadência europeia e portuguesa é imparável, não há a mais pequena dúvida, escusava era de ser tão rápida. Realizado por Jeanne Aslan e Paul Saintillan.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Aos Nossos Amores”. Realizado por Maurice Pialat.
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Em português “Vida Íntima de Um Casal” (já não se dão títulos em português como antigamente, aliás, já não se faz nada em português como antigamente). Realizado por Maurice Pialat.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Quando o Amor Acaba”. Realizado por Maurice Pialat.
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Realizado por Maurice Pialat.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “Primeiro Passa no Exame”. Realizado por Maurice Pialat.
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Realizado por Maurice Pialat.
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Em português “Coisas de Homens”. Realizado por Lucas Belvaux.
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1972, 1974, 1978, 1980, 1983, 1991, 1993, 2018, 2019, 2020, 2021, 2022, 2023, bouli lanners, christophe honoré, cinema 2024, davy chou, drew goddard, hirokazu kore-eda, j blakeson, jean-baptiste durand, jeanne aslan, lucas belvaux, lucie borleteau, maurice pialat, nanni moretti, paul saintillan, walter hill

— It’s so simple when it begins. You don’t ask why. You forget how it started. One day leads to the next.

— The seeds of love grow, like the seeds of hate.
Master Gardener (2022) de Paul Schrader.