Na Argentina, Grimaldi – Nacht Arquitectos (via ArchDaily).
Na Argentina, Grimaldi – Nacht Arquitectos (via ArchDaily).
Espaço de trabalho a partir de dois contentores, na Argentina, Juan Barbero (Instagram) (via ArchDaily).
Em português “O Verão do Skylab”. Realizado por Julie Delpy.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “A Fortaleza Escondida”. Realizado por Akira Kurosawa.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
A referência que tinha é que é de um dos argumentistas de “A Pior Pessoa do Mundo”, junto com Joachim Trier com quem costuma trabalhar. É bastante melhor do que eu deixo antever, para quem gostar do género. Em português “Os Inocentes”. Realizado por Eskil Vogt.
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Em inglês “Girl Picture”. Realizado por Alli Haapasalo.
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Realizado por Gaspar Noé.
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Este é um filme que revi sem me aperceber imediatamente de tal coisa, mas já o tinha visto em 2016, com as mesmas quatro estrelas, mas embora não chegando a mais meia estrela, gostei mais do que da primeira vez. O que não gostei demasiado, foi do fim. Mas é um filme muito bom, com uma ambiguidade onde acaba a realidade e começa a fantasia, tal como onde acaba a ética e começa o voyeurismo. Tem imensos bons momentos, aliás, traduzi alguns em diversos posts durante o mês. Em português “Dentro de Casa”. Realizado por François Ozon.
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Realizado por François Ozon.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Em Trãnsito”. Realizado por Christian Petzold.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Uma Nova Amiga”. Realizado por François Ozon.
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Em português “O Amante Duplo”. Realizado por François Ozon.
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Realizado por Nine Antico.
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Em português “Adivinha Quem Vem Jantar”. Realizado por Stanley Kramer.
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Uma das cenas finais (spoiler), aparentemente filmada em Espanha, recordou-me aquela Espanha tenebrosa com gente perturbadora das fotografias de Frank Capa. Maltrapilhos que acabam a devorar (literalmente) o poeta milionário e diletante. Há uma Espanha que de facto, não gosto. Em português “Bruscamente, No Verão Passado”. Realizado por Joseph L. Mankiewicz.
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Realizado por Charles Vidor.
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Realizado por Clint Eastwood.
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Gostei de todo o ambiente, as cores da época são incríveis. A ocidentalização, ou ocupação do Japão, estava talvez no auge… A moda, as gravatas, o cachimbo, muitas das bebidas… Até os livros para crianças mostrados são Disney. Em português “O Fim do Outono” (muito apropriado). Realizado por Yasujirô Ozu.
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1946, 1958, 1959, 1960, 1967, 1975, 2011, 2012, 2014, 2016, 2017, 2018, 2021, 2022, akira kurosawa, alemanha, alli haapasalo, argentina, charles vidor, christian petzold, cinema 2022, clint eastwood, eskil vogt, eua, finlândia, frança, françois ozon, gaspar noé, japão, joseph l. mankiewicz, julie delpy, nine antico, noruega, stanley kramer, yasujirô ozu
Depois do salto (clicar na imagem).
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