Heojil Kyolshim (Decisão de Partir) (2022) de Park Chan-wook.
Heojil Kyolshim (Decisão de Partir) (2022) de Park Chan-wook.

— That must be easy for you. You pretended to like me, so I’ll take care of everything for you.

— Don’t speak about our time that way.
— Us? What kind of time was that?
Heojil Kyolshim (Decisão de Partir) (2022) de Park Chan-wook.
Em português “Conto de Outono”. Realizado por Éric Rohmer.
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Em português “O Carteirista”. Realizado por Robert Bresson.
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Em português “Gomorra – Director’s Cut”.Realizado por Matteo Garrone.
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Em português “Ciclo Interrompido”. Realizado por Felix van Groeningen.
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Em português “Mother — Uma Força Única” (estes títulos são inexplicáveis). Realizado por Bong Joon Ho.
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Em português “Má Sorte no Sexo ou Porno Acidental”. Realizado por Radu Jude.
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Realizado por Burhan Qurbani.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Realizado por Daniele Luchetti.
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Realizado por Aleem Khan.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Três Andares”. Realizado por Nanni Moretti.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Assim Como No Céu”. Realizado por Tea Lindeburg.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Ouistreham – Entre Dois Mundos”. Realizado por Emmanuel Carrère.
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Realizado por Babak Anvari.
☆ ☆ ☆ ½
Um filme que dá à expressão facebookiana “lindo por dentro e por fora” um justo significado. Léa Seydoux é uma actriz que parece estar por todo o lado. Realizado por David Cronenberg.
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Realizado por Owen Kline.
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1959, 1998, 2008, 2009, 2015, 2020, 2021, 2022, albânia, aleem khan, alemanha, babak anvari, bélgica, bong joon ho, burhan qurbani, cinema 2022, coreia do sul, daniele luchetti, david cronenberg, dinamarca, emmanuel carrère, éric rohmer, eua, felix van groeningen, frança, irão, itália, kosovo, matteo garrone, nanni moretti, owen kline, países baixos, radu jude, reino unido, robert bresson, roménia, tea lindeburg

— Vá come. Come. Depois de passar pela esquadra uma pessoa deve alimentar-se bem.
Madeo (2009) de Bong Joon Ho.
Tenho por aqui esta banda sonora dos Tindersticks e resolvi ver o filme. Realizado por Claire Denis.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Perante o Teu Rosto”. Realizado por Hong Sang-soo.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Segredos e Mentiras”. Realizado por Mike Leigh.
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Em português “Offside – Fora-de-Jogo”. Realizado por Jafar Panahi.
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Foi vencedor da Palma de ouro em Cannes, mas não chegou exactamente a convencer-me. Em português “O Sabor da Cereja”. Realizado por Abbas Kiarostami.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “A História da Minha Mulher”. Realizado por Ildikó Enyedi.
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Bem me quis parecer que Ildikó Enyedi é mais uma realizadora a ter em conta e a seguir atentamente (junto com Mia Hansen-Løve ou mais recentemente, Antoneta Alamat Kusijanovic). Este, tal como o anterior, pareceu-me um filme complexo, que partilha um tema comum que me dá ideia ser — porque é que duas pessoas se gostam? Ela é uma mulher interessante fisicamente, mas psicologicamente subdesenvolvida (frequenta aquilo que parece ser um pedopsiquiatra), obsessiva-compulsiva (e não deve ser o único distúrbio de personalidade do catálogo) e uma memória eidética; ele, velho e aleijado, embora um homem que parece sereno, não chega a ser simpático ou afável. Descobrem que sonham o mesmo sonho e isso é suficiente para se apaixonarem? Já vi quem se apaixonasse por muito menos. Os actores são verdadeiramente magníficos e, tem imagens e pormenores de filmagem que devem andar muito perto do genial. Não fossem as cenas duríssimas do matadouro, que aqui de alguma e misteriosa forma, me parecem justificadas, ainda teria gostado mais. É um filme surpreendente. Em português “Corpo e Alma”. Realizado por Ildikó Enyedi.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
A reconstituição do passado através de cadernos, recortes, fotografias e cassetes está extremamente bem feita, mas é pouco. Deve ser um filme muito significativo para quem viveu a guerra do Líbano. Em português “Caixa de Memórias”. Realizado por Joana Hadjithomas e Khalil Joreige.
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Paul, interpretado por Romain Duris é dos namorados mais desagradáveis que tenho visto no cinema… O indivíduo não tem um átomo de simpatia. Como tem uma namorada é um mistério que se repete a cada passo à nossa volta na vida real, que esteja “muito deprimido” porque a relação (que relação?) acabou, foi algo que em todo o filme não me consegui abstrair de ser merecido. Deve ter sido a primeira vez na vida que senti doses épicas de schadenfreude. Louis Garrel, é sempre o mesmo canastrão francês permanentemente com o insuportável ar de convencido, mas é também sempre de alguma forma convincente. Dir-se-ia que não há filme francês em que não faça a sua aparição, mas ainda só vai em 55, por algum motivo tenho a sensação que são centenas e centenas… Em português “Em Paris”. Realizado por Christophe Honoré.
☆ ☆ ☆ ½
Este é um dos filmes que Joachim Trier citou como influência para realizar “A Pior Pessoa do Mundo” e nota-se. Em português, um daqueles títulos… “Paragem no Bairro Boémio”. Realizado por Paul Mazursky.
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