Depois do salto (clicar na imagem).
Depois do salto (clicar na imagem).
Em português “O Verão do Skylab”. Realizado por Julie Delpy.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “A Fortaleza Escondida”. Realizado por Akira Kurosawa.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
A referência que tinha é que é de um dos argumentistas de “A Pior Pessoa do Mundo”, junto com Joachim Trier com quem costuma trabalhar. É bastante melhor do que eu deixo antever, para quem gostar do género. Em português “Os Inocentes”. Realizado por Eskil Vogt.
☆ ☆ ☆
Em inglês “Girl Picture”. Realizado por Alli Haapasalo.
☆ ☆ ☆
Realizado por Gaspar Noé.
☆ ☆
Este é um filme que revi sem me aperceber imediatamente de tal coisa, mas já o tinha visto em 2016, com as mesmas quatro estrelas, mas embora não chegando a mais meia estrela, gostei mais do que da primeira vez. O que não gostei demasiado, foi do fim. Mas é um filme muito bom, com uma ambiguidade onde acaba a realidade e começa a fantasia, tal como onde acaba a ética e começa o voyeurismo. Tem imensos bons momentos, aliás, traduzi alguns em diversos posts durante o mês. Em português “Dentro de Casa”. Realizado por François Ozon.
☆ ☆ ☆ ☆
Realizado por François Ozon.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Em Trãnsito”. Realizado por Christian Petzold.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Uma Nova Amiga”. Realizado por François Ozon.
☆ ☆ ☆
Em português “O Amante Duplo”. Realizado por François Ozon.
☆ ☆ ☆ ☆
Realizado por Nine Antico.
☆ ☆ ☆
Em português “Adivinha Quem Vem Jantar”. Realizado por Stanley Kramer.
☆ ☆ ☆ ☆
Uma das cenas finais (spoiler), aparentemente filmada em Espanha, recordou-me aquela Espanha tenebrosa com gente perturbadora das fotografias de Frank Capa. Maltrapilhos que acabam a devorar (literalmente) o poeta milionário e diletante. Há uma Espanha que de facto, não gosto. Em português “Bruscamente, No Verão Passado”. Realizado por Joseph L. Mankiewicz.
☆ ☆ ☆ ☆
Realizado por Charles Vidor.
☆ ☆ ☆ ☆
Realizado por Clint Eastwood.
☆ ☆ ☆
Gostei de todo o ambiente, as cores da época são incríveis. A ocidentalização, ou ocupação do Japão, estava talvez no auge… A moda, as gravatas, o cachimbo, muitas das bebidas… Até os livros para crianças mostrados são Disney. Em português “O Fim do Outono” (muito apropriado). Realizado por Yasujirô Ozu.
☆ ☆ ☆ ☆
1946, 1958, 1959, 1960, 1967, 1975, 2011, 2012, 2014, 2016, 2017, 2018, 2021, 2022, akira kurosawa, alemanha, alli haapasalo, argentina, charles vidor, christian petzold, cinema 2022, clint eastwood, eskil vogt, eua, finlândia, frança, françois ozon, gaspar noé, japão, joseph l. mankiewicz, julie delpy, nine antico, noruega, stanley kramer, yasujirô ozu
Depois do salto (clicar na imagem).
Este mês parece dedicado a Éric Rhomer e foi suficientemente interessante. Tudo começou com “A Pior Pessoa do Mundo” de Joachim Trier, que cita “O Raio Verde” (que também vi em Março) como uma das influências. Também aproveitei para completar a filmografia de Mia Hansen-Løve e não é coincidência também referir “O Raio Verde” como uma das suas grandes influências.
Em português “O Joelho de Claire”. Realizado por Éric Rhomer.
☆ ☆ ☆ ☆
Gostei imenso deste filme, talvez mais até por ser Verão, de tal forma que vou ver os outras contos na estação do ano respectiva. Amanda Langlet é muito expressiva e magnífica. Em português “Conto de Verão”. Realizado por Éric Rhomer.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Os actores e principalmente actrizes dos filmes de Éric Rhomer, não parecem verdadeiros actores, parecem pessoas normais, mas invariavelmente com interesse. Verificando na IMDB, muitos nem fotografia têm e em poucos filmes participaram. Amanda Langlet, aqui muito mais nova, mas já muito expressiva, terá participado numa dezena de filmes e pouco mais. Talvez tenha feito carreira no teatro. Em português “Pauline na Praia”. Realizado por Éric Rhomer.
☆ ☆ ☆ ☆
Parece que Éric Rhomer tentou provar com a sua obra, uma “tese” que eu próprio já imaginei — que há uma dúzia de vidas a serem vividas, se tanto, e repetidas vezes sem conta através dos tempos e que aquilo que muitas vezes nos parece único, é na verdade de uma banalidade assustadora. Os filmes absorvem-nos nessa banalidade, vêmo-nos ali. São filmes inegavelmente interessantes e reflectores. Em português “O Amor às Três da Tarde”. Realizado por Éric Rhomer.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Parte da série de ditos e provérbios, o deste é “anigo do meu amigo, meu amigo é”, o que evidentemente está longe de ser verdade. Em português “O Amigo da Minha Amiga”. Realizado por Éric Rhomer.
☆ ☆ ☆ ☆
O provérbio apresentado é “quem tem duas mulheres perde a alma, quem tem duas casas perde a cabeça”, não é assim que o conheço — quem perde a alma é quem tem duas casas. É a história de uma mulher que quer uma relação estável nos subúrbios, sem deixar de ter o seu apartamento em Paris, as suas saídas e as suas festas. Parece que não corre lá muito bem porque quando se coloca em causa o que está socialmente aceite e por vezes demorou milhares de anos até apresentar a forma que conhecemos, é necessário ter cuidado e saber-se muito bem que jogo se vai jogar. Um ditado melhor para este filme até seria “quer Sol na eira e chuva no nabal”. Realizado por Éric Rhomer.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “O Bom Casamento”. Realizado por Éric Rhomer.
☆ ☆ ½
Em português “Manual de Sobrevivência Para Pais”. Realizado por Giuseppe Bonito.
☆ ☆
A primeira longa metragem de Mia Hansen-Løve e já com aquele ritmo que me faz gostar imenso.
☆ ☆ ☆ ☆
Esta é a segunda longa metragem de Mia Hansen-Løve e assim, já vi todas. E não sendo um mau filme, gostei menos do que o costume. No anterior, achei que tudo o que gosto nos filmes dela já estava em movimento, neste nem tanto.
☆ ☆ ☆ ½
Funciona quase como um guia turistico (interessante) de Paris, principalmente o segundo conto. Em português “Os Encontros de Paris”. Realizado por Éric Rhomer.
☆ ☆ ☆ ☆
As expectativas devem ter funcionado contra mim, porque julguei mesmo que ia gostar mais. Ryan Gosling e Michelle Williams estão incríveis, mas é pouco. Há sequências óptimas, mas também é pouco. Não vi nada que sobressaísse realmente de tudo que já vi anteriormente e como é sabido, raramente gosto de flashbacks, que considero uma fraca solução para se contar uma história — que era exactamente necessário saber? Que aquele casal destroçado esteve em tempos (não há muito tempo) muito apaixonado?
Com todos os defeitos, quando ela desiste do aborto é ele que está lá para abraçar e estaria de qualquer forma. O facto é que ele casa com ela e é um pai a valer para uma filha que sabe que provavelmente nem é dele. É ele que tenta introduzir alguma alegria no casamento. É ele que de forma desastrada marca uma noite num motel, no “quarto do futuro”, já quando não há qualquer futuro. Por essa altura começava a beber às oito da manhã e ela tinha desistido há muito. Em português “Blue Valentine – Só Tu e Eu” (e o autor do título!). Realizado por Derek Cianfrance.
☆ ☆ ☆
Os telemóveis, as mensagens, os vídeos, as “redes sociais”, todo esse mundo que está a destruir o mundo e a semear, em alguns casos já a cultivar, todas as sementes para um futuro miserável. As mentiras, as meias-verdades piores que as mentiras, a permanente desconfiança do próximo… Que filme assombroso, do início ao fim. Em português “Um Herói”. Realizado por Asghar Farhadi.
☆ ☆ ☆ ☆ ☆
Não há nada como um filme de guerra para animar as hostes, mas não animou muito, é bastante fraco, até pateta por vezes… Mas resolvi rever. Em português “Uma Ponte Longe Demais”. Realizado por Richard Attenborough.
☆ ☆ ☆
Em português “A Coleccionadora”. Realizado por Éric Rhomer.
☆ ☆ ☆ ½

Depois do salto (clicar na imagem).