
— You see, it doesn’t matter where you go. Metroland isn’t a place, it’s a state of mind.
Metroland (1997), de Philip Saville.

— You see, it doesn’t matter where you go. Metroland isn’t a place, it’s a state of mind.
Metroland (1997), de Philip Saville.
Metroland (1997), de Philip Saville.
A tocar Françoise Hardy, Tous les Garçons et les Filles.
Continua a dar para ver ao jantar a acompanhar o interesse do filho.
☆ ☆ ☆ ½
A única coisa boa é cada episódio ser de cerca de 15 minutos, de resto para ver umas pseudo-feministas peludas debaixo dos braços, degredo e miséria humana em Barcelona, mais vale não ver nada. Nem se percebe como a aposta do Filmin na produção é nisto e aposto que é com dinheiro dos contribuintes europeus que continuam a pagar toda a casta de arte muito edificante. Criado por Belén Barenys, Miguel Ángel Blanca e Berta Prieto.
☆ ½
Criado por Ben Chanan.
☆ ☆ ☆ ☆
Gostei, mas tinha potencial para gostar mais, parece-me que acaba vítima de um idealismo bacoco e muito pouco credível. Mas tem o mérito de chamar a atenção de algo que já existe, os deep fakes de imagem e voz, agora também criados por inteligência artificial (deep fakes já existem pelo menos desde o filme Terminator 2, que terá sido o primeiro com planos totalmente gerados por computador, incluindo os actores), talvez falte apenas o “em tempo real”. Criado por Ben Chanan.
☆ ☆ ☆ ☆
Baseado no livro homónimo de Michael Pollan, que também participa no documentário. O caminho das drogas psicadélicas desde a descoberta acidental do LSD na Suíça por Albert Hofmann em 1938 (que também foi o primeiro a sintetizar psilocibina e psilocina — a parte mágica dos cogumelos mágicos), passando pelo utilização tradicional, o uso recreativo, a ilegalização e queda em desgraça, a dormência durante 30 anos, até ao recente ressurgimento da investigação mais uma vez na Suíça e os resultados positivos e surpreendentes. É também a jornada pessoal de Michael Pollan que se tornou um grande apologista da investigação e descriminalização deste tipo de substâncias. Vê-se bem, mas acaba-se por não saber onde se quer chegar… Legalizar drogas naturais, drogas que possam ter um papel na cura de doenças mentais ou que existam na tradição indígena, entende-se. Mas está longe de ser claro onde estão os limites e qual é a razão porque não haverá uma repetição dos anos ’60, dos exageros e do abuso destas substâncias, com resultados muito pouco edificantes.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Isto Não é Um Filme”. Realizado por Jafar Panahi.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “O Aventureiro Romântico”. Realizado por Henry King.
☆ ☆ ☆ ☆
Um filme com piada, que goza com o facto de na antiga União Soviética as cidades terem partes todas iguais construídas eventualmente segundo o “modelo socialista”. A partir daí a situação inverosímil acontece. O nosso protagonista que vive em Moscovo com a mãe num desses apartamentos de 36 metros quadrados, acaba em Leninegrado num apartamento exactamente igual, e até a sua chave serve, numa rua com o exacto mesmo nome, onde vive Nadya (protagonizada pela linda actriz polaca Barbara Brylska). Tem o ar do tempo e um certo excesso de representação que só lhe dá mais encanto. Em inglês “The Irony of Fate, or Enjoy Your Bath!”. Realizado por Eldar Ryazanov.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “O Grande Escândalo”. Realizado por Howard Hawks.
☆ ☆ ☆
Em português “O Último Autocarro”. Realizado por Gillies MacKinnon.
☆ ½
Realizado por Benoît Jacquot.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “Jack Reacher: Nunca Voltes Atrás”. Realizado por Edward Zwick.
☆ ☆ ☆
Em português “O Diário Íntimo de Uma Mulher”, era uma época de títulos extraordinários de delirantes, às vezes saía até um melhor que o original (não é o caso). Realizado por Frank Perry.
☆ ☆ ☆ ☆
Realizado por Henry Hathaway.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “O Falso Profeta”. Realizado por Richard Brooks.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “O Prisioneiro de Alcatraz”. Realizado por John Frankenheimer.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Realizado por Carla Simón e Sonia Castelo.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “Os Irmãos de Leila”. Realizado por Saeed Roustayi.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “O Enviado da Manchúria”. Realizado por John Frankenheimer.
☆ ☆ ☆ ☆
1940, 1950, 1953, 1960, 1962, 1970, 1976, 2009, 2011, 2016, 2021, 2022, benoît jacquot, carla simón, cinema 2023, edward zwick, eldar ryazanov, espanha, eua, frança, frank perry, gillies mackinnon, henry hathaway, henry king, howard hawks, irão, jafar panahi, john frankenheimer, reino unido, richard brooks, rússia, saeed roustayi, sonia castelo
Incrível casa numa quinta, em Espanha, Ramon Esteve