Hoje em dia já ninguém lá vai, aquilo está cheio de gente

Shameless
Shameless (sexta temporada, 2016), criado por Paul Abbott e John Wells..

TV em Julho

Publicado em 29/07/2026

Shameless USA (sexta temporada, 2016)

Esta série surpreende-me por manter um alto nível (ou o seu baixo nível) durante tantas temporadas e tem uma coisa que eu adoro, que é a perfeita harmonia entre imagem e música. São só alguns segundos por episódio, mas às vezes é mágico. Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆ ☆ ☆

Shameless USA (sétima temporada, 2016)

Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆ ☆ ½

Only Murders In the Building (segunda temporada, 2022)

Realmente não suporto propaganda de causas disfarçadas de argumento… No oitavo episódio, há um blackout e um clima entre vizinhos homossexuais que contribui zero para todo o enredo. Em português “Homicídios ao Domicílio”. Criado por John Hoffman e Steve Martin.
☆ ☆

Shameless USA (oitava temporada, 2017)

Caiu mais do que parece, porque ainda há personagens que salvam a série. Ian Gallagher é um personagem sem qualquer interesse desde sempre, se não existisse e retirassem 10 minutos a cada episódio, nada se perderia e muito teria sido ganho. Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆ ☆

Shameless USA (nona temporada, 2018)

Parece ter optado pelo ridículo e patetice, o Gay Jesus, a vingança sobre Ford orquestrada por Debbie (outra Gallagher insuportável), o exagero da queda de Fiona mais o seu overacting cansativo… Ao fim de nove temporadas, ninguém precisa de confirmar que não há nenhum que se aproveite. Frank continua a ser meia série, ao menos isso. Deixaram de vender vagabundagem para vender wokismo e “simbolismo”. Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆ ½

Shameless USA (décima temporada, 2019)

Agora em queda livre, já nem o Frank e o seu amigo vagabundo salvam a série, afinal não falhei por muito, as séries que sobrevivem mais de cinco temporadas são praticamente inexistentes, esta foi até à sexta, é meritório. Tem um coisa boa, a Fiona foi-se de vez, por questões de disputa salarial. Fiona (Emmy Rossum, na vida real), por mostrar o rabo regularmente, julgava que devia ter um salário igual ao de Frank (William H. Macy, que é meia série e também mostra o rabo), parece que se deixou levar pela propaganda feminista promovida mais abertamente a partir da oitava temporada. Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆

Shameless USA (décima primeira temporada, 2020)

Foi penoso terminar de ver isto… De drama “neorealista” passou a comédia burlesca de péssimo gosto, um catálogo de fantasmas norte-americanos que pouco ou nada interessam ao resto do mundo, com tanta situação grotescas à medida do mínimo denominador comum da inteligência lá do sítio que acaba mesmo por desafiar a compreensão (se calhar é psicologia inversa). Frank rouba o quadro Nighthawks de Edward Hopper — o original — eu avisei —, grotesco. E acaba (a única coisa boa) com ele a ser cremado, explodindo a câmara crematória — tanto álcool e químicos tinha no corpo, entendem? Muito bom! Spoilers? Se evitar que uma única pessoa não perca tempo, já valeu a pena. Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.